domingo, dezembro 28, 2008

Puro veneno


No meu silêncio de vozes
Atiça-se um fogo maduro
Minhas palavras ferozes
Nem sequer pulam o muro


Passados estes dias atrozes
Sem pistas para o futuro
Bebo em gorgulentas doses
Deste veneno (tão) suave e puro

2 comentários:

Ariane disse...

Nestes teus versos em contrastes alternados me embriago... Gosto muito dos contrastes. Beijo.

nina disse...

Ariane querida eu também gosto MUITO de contrastes! A vida é feita deles e só assim "dá gosto" viver.
bjo