quinta-feira, fevereiro 11, 2010

(LONGO) ABC DO ENGATE

«Ainda ninguém foi capaz de inventar um aparelho que consiga pôr os homens e as mulheres a comunicarem na mesma frequência.
Já fomos à lua. É possível fazer uma operação a cem mil quilómetros de distância. Até há psicólogos para cães. Mas ainda ninguém foi capaz de inventar um aparelho que consiga pôr os homens e as mulheres a comunicarem na mesma frequência.
Quando um homem conhece uma mulher, sua, gagueja e diz uma piada à “Malucos do Riso”. Quando uma mulher quer falar com um homem manda as amigas olharem para ele com ar de má na esperança que a hostilidade o atraia.
Como já devem ter reparado este é um artigo educativo. Tem como principal objectivo o aumento da actividade sexual entre homens e mulheres. Como? Conseguir que se engatem mais facilmente.


PARA ELAS

Não conseguem arranjar homem? O mais perto que estão de um casamento é quando apanham o bouquet depois de darem três estalos, seis pontapés nas canelas e vinte puxões de cabelos a quem passa à vossa frente? Têm medo de aos 60 anos ainda suspirarem sempre que vêem o George Clooney? Então sigam os meus conselhos porque sinto que são um afrodisíaco sob a forma de letras.


Sinalização decente SFF


Tenham piedade de nós. Somos uma desgraça para interpretar sinais. Temos a nossa cabeça ocupada com o nome de todos os jogadores de futebol, incluindo os suplentes, os treinadores e os massagistas. E mais... se quisermos ser aceites numa conversa de roulote, que venda febras à meia noite, ainda precisamos de conhecer pormenorizdamente a NBA, Fórmula 1, hóquei, halterofilismo, damas, natação sincronizada, ginástica rítmica, cabra cega, Jogo da Glória, Mikado, Stop e Batalha Naval.
Como podem perceber, tudo isto ocupa muita informação no nosso disco rígido. Por isso, quando estiverem interessadas em conhecer-nos, não se limitem a olhar e a esticar os lábios meio milímetro para cada lado. Para nós isso significa que um músculo movimentou-se involuntariamente e não, que estavam a querer sorrir. E mais… não virem a cabeça logo de seguida, só voltando a olhar daí a meia hora. Riam-se abertamente... mas não é preciso ser estilo Batatoon. Façam com que nós percebamos que querem falar connosco em vez de nos darem a entender que estão com micro espasmos.



A rejeição não é connosco


Só de pensar que podemos ser rejeitados à frente de uma batalhão de raparigas faz com que as nossas pernas tremam e tenhamos uma conversa de elevado nível connosco: “Vai lá. Não vou. Vai lá. Não, já disse que não. Mas porquê? Ela está cheia de amigas à volta. E depois? Não!”. Mesmo que vocês levantem um painel escrito a néon que diga “Vem cá ter comigo! Não tenhas medo”, nunca sabemos quando uma das vossas amigas pode morder-nos.
Há uma fenómeno estranho nos grupos de raparigas. Sempre que uma está mais aberta a conhecer um homem, as amigas transformam-se em seres humanos versão estátua do Museu de Cera. Cujo desporto favorito é cruzarem os braços e darem electro-choques com os olhos a todos os homens que tentam falar com a eleita. Não gostamos de audiência. Se gostássemos teríamos ido para coristas do Casino Estoril.
Mesmo quando ultrapassamos a fase da conversa connosco e vamos falar com vocês, não sei se já repararam mas as vossas amigas calam-se e ficam a observar o ritual de acasalamento como se fosse um documentário do Discovery Channel. O melhor mesmo é afastarem-se delas durante uns minutos, darem-nos um sinal, para aí sim fazermos contacto.


Roupas, rendas e wonderbra


Não andamos todos à procura de top models. Não queremos todos maminhas com implantes. Não desejamos todos ardentemente uns lábios de colagénio. Mas se quiserem que demos conta da vossa existência, liguem um farol e apontem-nos a luz. Nós contentamo-nos com muito pouco: tops justinhos (de preferência com efeito wonderbra) e calças apertadas onde as nádegas estejam salientes. E é só.
Isto claro desde que o cabelo não pareça uma esfregona que acabou de limpar o chão do Colombo após um fim de semana. E que a cara não seja uma borbulha em ponto gigante. Não saiam com um casaquinho de malha cinzento, umas sabrinas com berloques dourados e uma camisa com folhos. Para nós isso é como as cores para um daltónico. Simplesmente não conseguimos processar essa informação. Por isso, façam um esforçozito. Vá lá! É para o vosso bem.



Perdigotos, vozes estridentes e risos


Nós, homens, podemos cuspir para o chão e tirar macacos do nariz quando ninguém está a ver. Uns arrotos no meio de um jogo de futebol é sempre um sinal de virilidade cultural. Como onde arrota um português, arrotam logo dois ou três, rapidamente um incómodo barulho sonoro pode transformar-se numa Kylie Minogue aos nossos ouvidos. Ou seja, somos javardos e orgulhamo-nos disso. Mas gostamos que vocês sejam puras e não façam badalhoquices. O que é que eu quero dizer com isto? Bem sei que à noite, numa discoteca, é complicado as pessoas conseguirem falar umas com as outras.
Também tenho consciência que a vossa voz é mais fininha e mais difícil de ouvir; por isso têm de projectá-la... e de vez em quando um perdigoto é lançado para a atmosfera, atingindo o alvo: qualquer centímetro quadrado da nossa cara. Quando isso acontece ficamos sempre à rasca com o que devemos fazer: a) Limpamos de imediato o maldito míssil; b) Disfarçamos dizendo “está ali o Brad Pitt”, e enquanto olham, limpamos o dejecto salivar; c) Viramos as costas, vamos embora e dizemos “sua grande porcalhota”. Para evitarem estas situações complicadas, quando começarem a falar connosco evitem perdigotos, vozes estridentes ou risos versão Ana Malhoa.



O meu nome é...


Apesar de toda a informação sobre futebol que temos arquivada dentro do nosso corpo, ainda existem uns 10 k de memória sobre coisas que aconteceram na nossa vida. Acontecimentos que gostamos de partilhar, e que queremos que nos perguntem. Só que é um hábito muito feminino, eu sei, iniciarem uma metralhada verbal e só se silenciarem quando se sentem satisfeitas com o vosso discurso. Não há mal nenhum, de vez em quando, em perguntarem-nos algo que demonstre algum interesse por nós. Qualquer coisa mesmo, por mais pequena que seja, estilo “gostarias de fazer depilação no peito?”, ou “qual a tua opinião sobre as baratas com asas?”, ou “clonagem das sobrancelhas: contra ou a favor?”.


Não sejam aldrabonas


Se não nos quiserem dar o número de telefone, digam logo: “Não dou porque tens mau hálito”, “Daqui não levas nada porque tens cabelos a nascer dentro da orelha”, ou “Desaparece da minha vista porque usas meia branca turca e prefiro não saber se as cuecas são a condizer”. É duro. Mas é preferível não nos darem um número do que ao ligarmos ouvirmos a) “Tiriru... TMN, o número para onde ligou não está atribuído”; b) “Tele Pizza boa tarde, quer encomendar a nossa promoção do dia?”; c) “Quer falar com quem? Fale mais alto não oiço!! Com a sanita? Mas eu não pedi um canalizador!”
Normalmente ficamos entusiasmados quando vocês nos dão o vosso número. Aguardamos sempre um a dois dias, enquanto nos fazemos de duros, a pensarmos que vocês estão desesperadas em casa, deprimidas
por ainda não termos ligado. Quando finalmente achamos o timing certo, ligamos e zás! Enganaram-nos.


Metam conversa... não custa nada


Acho muito bem que lutem pela igualdade de direitos. Que também queiram usar o berbequim, mudar os pneus dos carros, chichi de pé, não fazerem a depilação... oooopss... não liguem a esta última, escapou-se. Encontramo-nos cansados de ter sidos machões durante tantas décadas. E peço desculpa em nome de todos os homens. Há milhares de anos que somos nós a meter conversa com vocês e estamos fartos. Agora é a vossa vez. Libertem-se de preconceitos, levantem os braços e venham ter connosco. E finalmente vão perceber o que nós passamos quando temos de ir falar com vocês. Boa Sorte.





PARA ELES




Andam por aí muitos nabos sob a forma de homem. Verdadeiros protozoários na arte da sedução e da conquista. HOMENS! Já é tempo de passarmos da fase pré-histórica do engate para algo mais refinado. Não arrotem. Não cheirem mal. Não usem frases feitas. E pode ser que se safem.



Amordacem as hormonas


Para os homens a sexualidade está concentrada no orgasmo. Enquanto que para as mulheres é muito abrangente e inclui romance, dançar, velas, jantar e cabeleireiro. Por isso, quando estiverem ao ataque não estejam sempre a pensar “Olá, sexo, como te, sexo, chamas?”, ou “Queres, sexo, vir ao cinema comigo, sexo, e depois, sexo, vamos, sexo, dar, sexo, uma, sexo, volta, sexo, de, sexo, carro?” Interessem-se pela conversa da rapariga com quem saírem. Façam com que ela sinta que vos está a mostrar que é inteligente. Perguntem e deixem-na desenvolver.
Exs: “Qual a opinião da menina sobre a evolução das amibas em cativeiro?”, ou “A menina acha que os flocos de neve têm pesos diferentes?, ou mesmo “Será que a donzela poderá esclarecer uma dúvida: qual a importância dum piston na vida de um carro?”. Ao interessarem-se só pela conversa dela, vão ver que acabam mais facilmente por conseguir sexo. Ooops. Esta última frase não devia ter sido escrita. Escapuliu-se.
Pfffff... um banho, please!
Quando dez homens, verdadeiros machos estão juntos, não fica nada bem falarem de um novo creme hidratante para a cara que tem aloe vera, com extractos de hortelã pura, cultivada nas florestas da Noruega e que mantém a pele humedecida durante 12 horas. Há uma orientação interna que corre pelas nossas veias. É o oitavo mandamento da nossa vida. E diz o seguinte: Não existindo mulheres por perto podemos ficar 4 dias sem tomar banho. Nenhum de nós irá reclamar. Da nossa boca nunca sairão frases do estilo: “Esse teu cabelo tem tanto óleo que daria para venderes ao McDonalds para fritarem batatas”.
É-nos absolutamente indiferente. Ao vermos um amigo com uma mancha preta no pescoço, a primeira coisa que nos vem à cabeça é que é um chupão, a segunda é que é um sinal. Jamais pensamos que é uma manifestação de bactérias a darem vivas por existir um corpo tão saudável para elas. É um pouco estranho, mas é como se tivéssemos uma dose de tolerância inconsciente para o nível de higiene dos amigalhaços. Só que uma mulher é sensível. É um detector ambulante de maus odores e de sujidade.
Por isso, quando quiserem tentar a vossa sorte: 1) Tomem banho com sabonete; 2) Se já não entram numa banheira há mais de três dias substituam o sabonete por detergente da máquina de lavar a loiça; 3) Ponham um creme hidratante na cara... e no resto do corpo se acharem que há alguma hipótese de virem a ficar totalmente nus; 4) Apliquem desodorizante em zonas que costumem ser uma feijoada de suor; 5) Ah e claro, não vistam as meias que vos têm feito companhia nos últimos 6 dias consecutivos.



Como sacar a boazona


Nós homens somos facilmente corrompidos pelas hormonas. Compramos cds que são vómitos em versão musical se o teledisco é cantado por uma mulher semi-desnudada. Vemos filmes de amor, só por termos a secreta esperança que a actriz possa deixar cair a alça e mostre as maminhas. Por estas e por outras, o nosso gosto é completamente traído por mulheres bonitas e boazonas. Facilmente perdemos noção da realidade e agimos como se nos tivessem raptado 222 neurónios. Por isso, quando uma dessa bombas em orma de mulher nos aparece pela frente, normalmente:

a) Vamos ter com ela e dizemos como é gira. Por muito que espremamos o nosso cérebro, não conseguimos arranjar mais nenhum adjectivo. É a fase do bloqueio criativo 1;

b) Vamos ter com ela e dizemos uma graçola que já 12 homens proferiram nessa mesma noite; exemplo: ” Se ao falar consigo sentir uma leve brisa tocar no seu rosto, não se assuste, é apenas o meu amor que a beija em silêncio”, ou “Portuguese do it better”, ou mesmo “Latinos ‘R Us”. É a fase do bloqueio criativo 2;

c) Ga...gue...gue...ja..ja...mos e perguntamos pelas horas. Achavam que eu ia dizer que é a fase do bloqueio criativo 3?


Então enganaram-se, porque se o dissesse então estava a passar pela fase do bloqueio criativo 3. Mas assim não vamos lá. A boazona pensa que todos os homens querem-na e que é tão irresistível que até consegue ressuscitar mortos. E sabe isso porque só conseguirmos dizer a), b), ou c). O que fazer? Desistimos? Dedicamo-nos à vida num mosteiro? À jardinagem? À apanha de formigas? Nope. Baste mostrar que não estamos interessados no corpo dela.

Que nos diz tão pouco como se fosse uma bolota. Há que falar normalmente. Imaginem sobre o que falariam com uma mulher com bigode e barba, e pimba, aí têm o tema de conversa para este néctar hormonal. Não mostrem interesse sexual. Ela vai achar isso tão estranho, que vos verá como um homem misterioso, um desafio, e que vale a pena ser conquistado.



O que as mulheres pensam?
Não tentem ler os pensamentos de uma mulher. Não tentem ler os pensamentos de uma mulher. Não tentem ler os pensamentos de uma mulher. Não tentem ler os pensamentos de uma mulher. Quando uma mulher está acompanhada por um homem mas olha para nós e sorri, isso pode significar muitas coisas:



a) És bom e quero ir para a cama contigo. Este daqui é o meu irmão, não te preocupes, é inofensivo;


b) És um bom otário se pensas que me vais conseguir engatar. Este que está ao meu lado é que me vai levar para a cama. Olha para mim e rói-te;

c) Tenho 8 dioptrias, não trouxe as lentes de contacto, não vejo nada mas vou sorrir. Assim, se passar por mim uma pessoa conhecida não faço má figura. Está alguém ao meu lado?



A mente de uma mulher é mais complicada do que o labirinto num jardim inglês. Porquê? Será das revistas que lêem? Das conversas secretas na casa de banho? Das hormonas? Será uma conspiração contra nós? É um mistério. Ao tentarmos interpretar as atitudes de uma mulher, podemos danificar seriamente algum orgão vital do nosso corpo. Exs: “O que é que ela quis dizer com ‘depois falamos?’. Quem fala? eu? ela? ou dois ao mesmo tempo? ou era uma desculpa para não voltarmos a falar?”; “Já não me telefona há oito meses, estará a fazer jogo? ou já não me quer?”.

Confusão, ansiedade, frustração. Estas perguntas mandam a nossa auto-confiança de férias para a Albânia, e o mais grave de tudo é que podem levar-nos ao hospício... por isso convém termos o seguro de saúde em dia. São viciantes e estão recheadas de nicotina. Nunca tentem ler a mente de uma mulher. Seja o que for que pretendam com ela, vão em frente. O máximo que pode acontecer é um não, mas esse está sempre garantido à partida. Mostrem segurança. É o que elas gostam. Nada de tipos a gaguejarem sem saberem onde vão levá-las a jantar.

Uma por grupo... não sejam gulosos


Concentração. Foquem-se nos vossos objectivos. Não se dispersem. Se há um grupo de várias mulheres e todas elas são tão apetitosas como um gelado da Haggen Dazs, azarito. Não podem experimentar todos os sabores. Escolham uma. Se funcionar, óptimo. Se não, partam para outro grupo de mulheres e que não contactem com este de maneira nenhuma. Regra de ouro: nunca se metam com várias mulheres do mesmo grupo. Se andam no truca-truca com uma, e depois com a amiga, e de seguida com a amiga da amiga, a vossa fama de sacanas espalha-se mais depressa do que a areia sacudida por uma toalha na praia. Poderão ficar marcados para sempre. Todas as mulheres num raio de 10 quilómetros vão saber que são sacanas.

Procuram-se pérolas verbais


Às vezes fico um bocado envergonhado por ser homem. Quando um amigo meu diz-me orgulhosamente “Ontem à noite cheguei ao pé duma gaja e disse ‘A menina apresenta a meteorologia? É que ao pé de si, o tempo está sempre bom’”, dá-me vontade de enfiá-lo dentro de um envelope e mandá-lo para a América do Sul fazer uma troca de sexo, para perceber como a frase é mais básica do que contar até três. Quando vêem uma Deusa de calças de ganga e top justo, vinda directamente do Céu... metam um açaime nos primeiros pensamentos que vos vêm à cabeça. Carreguem no botão de delete.
Os segundos pensamentos, também, deverão ser queimados. E porquê? Normalmente, são embalagens de atum fora do prazo de validade. São coisas estilo “Sou o homem invisível e ando à procura da mulher transparente para fazermos coisas nunca vistas”, ou “Onde é que estava no 25 de Abril?”. Brgggghhhggg! Se quiserem dizer alguma coisa a uma rapariga, sejam naturais. Porque se não foram vocês que inventaram essa frase, é porque alguém vos contou. E muito provavelmente ela já a ouviu mais vezes numa noite, do que vocês a irão dizer ao longo de toda a vossa vida.

O poder do toque


Atenção! Mãozinhas à vista. Para primeiro encontro nada de mãos na nádega da menina para ver se pega. Porque o mais certo é ela não achar graça. E como é óbvio não se vão virar para a mão e dizerem “Mão má, mão má. Não tornas a fazer isso. A nádega é da menina. Não é para ser tocada”. Há homens que gostam de parquear o seu corpo perto demais de uma mulher. Invadem o espaço dela sem pedirem autorização. Assim, não vão lá em 90% dos casos. O toque é uma das armas mais poderosas ao nosso alcance. Mas o que é que acontece quando comemos doces de ovos a mais? Ficamos enjoados. O que é provável passar-se quando andamos depressa de mais num automóvel? Um acidente. E quando não lavamos os dentes? Cáries.

Depois destas minhas metáforas, já devem ter percebido que: a) gosto muito de metáforas; b) tocar, não é chegar ao pé de uma rapariga e apalparem o produto para verem se está maduro; c) adoro enumerações, estilo a, b, c. Uma mulher gosta de ser seduzida pelo toque. Sentir que é um toque poderoso. Próximo de uma experiência religiosa. Vejam o que acontecia quando algum dos Beatles tocava numa fã... PUMBA caía no chão! E já está. Despeço-me com amor e amizade, na esperança de ter contribuído positivamente para a vossa saúde sexual dos próximos tempos. Não precisam de agradecer.



Francisco Salgueiro

3 comentários:

Pedro Bom disse...

O que eu me ri com este post!!
Não conhecia, tem o seu quê de verdade!!
Mas lamento desapontar... não sou de ir ter com ninguém por mais interessante que seja.. fico-me mesmo pelos olhares!!

Rainha de Copas disse...

FANTASTICO!!!!!! XD Que ataques de riso!

nina disse...

Muito divertido e ... pertinente