Particularidades das minhas singularidades & Singularidades das minhas particularidades...
quinta-feira, maio 10, 2012
quarta-feira, maio 09, 2012
segunda-feira, maio 07, 2012
domingo, maio 06, 2012
sábado, maio 05, 2012
sexta-feira, maio 04, 2012
quinta-feira, maio 03, 2012
Bemmequer
Não existem palavras para descrever o que tenho andado a sentir ... Satisfação é pouco, felicidade é quase nada ... pois é, estou feliz (por estar feliz)! Não vou deixar nada, nem ninguém estragar o que estou a sentir… E espero sinceramente que esta felicidade toda dure e me acompanhe o resto do ano, nos acontecimentos, nas decisões que sei que terei que tomar...
Entretanto apenas me ocorre que a "Felicidade, é uma cidade pequenina, uma casinha, uma colina, qualquer lugar que se ilumina, quando se quer amar…”
Etiquetas:
Beautiful days,
porque EU mereço,
sunrise
segunda-feira, abril 30, 2012
domingo, abril 29, 2012
sábado, abril 28, 2012
Constatação tardia
Uma (boa ou má) decisão, embora imperfeita, seguida de firme execução, é preferível à espera prolongada duma resolução ideal que nunca ou só tardiamente será executada. Hoje é o dia!
sexta-feira, abril 27, 2012
Whatever words I say...
Tiro a camisola e olho-me ao espelho. Que corpo é este? Não sei. Houve tempos em que o meu corpo era só o meu corpo. Hoje é uma mistura de todos os corpos (estranhos) que já tive e, por isso, não o reconheço. Mas afinal, penso, não foi o meu corpo que mudou, sendo certo que o meu corpo mudou...
Fui eu que mudei e mudo e mudarei; eu que penso, eu que sinto, eu que acordo a cada dia e reparo que o teu sorriso está diferente, ou que as minhas mãos estão diferentes, ou que a casa já não é a mesma.
Sabes, nunca fui tão feliz por saber tão pouco. Não há nada como a nossa casa!
Por cá
"Não tiro ninguém da minha vida, apenas reorganizo as posições e inverto as prioridades".
Eneias
quinta-feira, abril 26, 2012
quarta-feira, abril 25, 2012
Pensamentos à deriva...
Agora tudo acabou por dentro do medo dos meus dedos, resta apenas o vulto da memória e este frio amargo do desespero onde o silêncio abissal me ultrapassa neste pulsar de sangue em que a alma se perde e o grito que se quer mudo cala a boca asfixiando o nó da garganta... o nó, sempre o eterno nó...
terça-feira, abril 24, 2012
Constatação
Dizem que a mentira tem perna curta porque não costuma ir muito longe (eu acrescento que tem pernas bambas!). Mais cedo ou mais tarde, ela cambaleia, tropeça e acaba cair estatelando-se no chão!
segunda-feira, abril 23, 2012
Devaneios
A tua beleza não se apaga
É fogo que arde incessantemente
É a tua alma que se mostra
E que (me) encanta docemente...
Etiquetas:
(con)Sentido
quinta-feira, abril 19, 2012
Isto hoje... anda assim...
Narciso
Dentro de mim me quis eu ver. Tremia,
Dobrado em dois sobre o meu próprio poço...
Ah, que terrível face e que arcabouço
Este meu corpo lânguido escondia!
Ó boca tumular, cerrada e fria,
Cujo silêncio esfíngico bem ouço!
Ó lindos olhos sôfregos, de moço,
Numa fronte a suar melancolia!
Assim me desejei nestas imagens.
Meus poemas requintados e selvagens,
O meu Desejo os sulca de vermelho:
Que eu vivo à espera dessa noite estranha,
Noite de amor em que me goze e tenha,
...Lá no fundo do poço em que me espelho!
José Régio
Dentro de mim me quis eu ver. Tremia,
Dobrado em dois sobre o meu próprio poço...
Ah, que terrível face e que arcabouço
Este meu corpo lânguido escondia!
Ó boca tumular, cerrada e fria,
Cujo silêncio esfíngico bem ouço!
Ó lindos olhos sôfregos, de moço,
Numa fronte a suar melancolia!
Assim me desejei nestas imagens.
Meus poemas requintados e selvagens,
O meu Desejo os sulca de vermelho:
Que eu vivo à espera dessa noite estranha,
Noite de amor em que me goze e tenha,
...Lá no fundo do poço em que me espelho!
José Régio
quarta-feira, abril 18, 2012
terça-feira, abril 17, 2012
Divagações ...
Há dias em que o tudo desaparece, para dar lugar ao nada. E é este nada que me incomoda. Porque sendo nada, ele é tudo. Tudo o que é desconfortante. Incerto. Arrepiante. Intimidante. Frustante ... Tudo acabado em ante, mas adiante. O pior é que nada extraio do nada. Nada concluo do vazio. Irrita-me este cinzento. Não é branco nem preto, nem de nenhuma cor do arco-íris perfeito que imagino (com mais tonalidades do que alguém conseguiria nomear) e sinto em tantos outros momentos, mas simplesmente cinzento. Este cinzento... E por isso tão assustador.
Mas depois tudo regressa ... ao que era dantes, completando o círculo e até já se imaginam planos futuros ...
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