Particularidades das minhas singularidades & Singularidades das minhas particularidades...
sábado, agosto 06, 2011
quinta-feira, agosto 04, 2011
Like a radio
“That's what real love amounts to- letting a person be what he really is. Most people love you for who you pretend to be. To keep their love, you keep pretending- performing. You get to love your pretence. It's true, we're locked in an image, an act-.
People are afraid of themselves, of their own reality; their feelings most of all. People talk about how great love is, but that's bullshit. Love hurts. Feelings are disturbing. People are taught that pain is evil and dangerous. How can they deal with love if they're afraid to feel? Pain is meant to wake us up. People try to hide their pain. But they're wrong. Pain is something to carry, like a radio. You feel your strength in the experience of pain. It's all in how you carry it. That's what matters. Pain is a feeling. Your feelings are a part of you. Your own reality. If you feel ashamed of them, and hide them, you're letting society destroy your reality. You should stand up for your right to feel your pain.
Expose yourself to your deepest fear; after that, fear has no power, and the fear of freedom shrinks and vanishes. You are free.
segunda-feira, agosto 01, 2011
sexta-feira, julho 29, 2011
terça-feira, julho 26, 2011
Idade maior
... O amor é o encontro de duas feridas, de duas famílias, a partilha com alguém daquilo que nos falta radicalmente e que jamais poderemos dizer. O amor verdadeiro não é : « mostra-me o que és » ou « dá-me o que tens para completar o que me falta », mas antes : « eu amo a forma como te tentas curar, eu gosto da tua cicatriz ». ...Neste espaço a si próprio condenado
Neste espaço a si próprio condenado
Dum momento para o outro pode entrar
Um pássaro que levante o céu
E sustente o olhar
....................................
Com a tristeza acender a alegria
Com a miséria atear a felicidade
E no céu inocente da visãoFazer pulsar um pássaro por vir
Fazer voar um novo coração
Alexandre O'Neill
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Pássaros feridos não conseguem voar ...
segunda-feira, julho 25, 2011
quinta-feira, julho 21, 2011
Devaneios ...
A Realidade do Amor
Que sempre existam almas para as quais o amor seja também o contacto de duas poesias, a convergência de dois devaneios. O amor, enquanto amor, nunca termina de se exprimir e exprime-se tanto melhor quanto mais poeticamente é sonhado. Os devaneios de duas almas solitárias preparam a magia de amar. Um realista da paixão verá aí apenas fórmulas evanescentes. Mas não é menos verdade que as grandes paixões se preparam em grandes devaneios. Mutilamos a realidade do amor quando a separamos de toda a sua irrealidade.
Gaston Bachelard, in ' A Poética do Devaneio'
Gaston Bachelard, in ' A Poética do Devaneio'
Pensamento do dia
"Há pessoas desagradáveis apesar das suas qualidades e outras encantadoras apesar dos seus defeitos."
François, Duque de La Rochefoucauld
terça-feira, julho 19, 2011
(Manual de) Vida
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memórias; aprendizagem; vida;
No news, good news
“No news is better than evil news”.
King James I of England (1616)
King James I of England (1616)
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Harmonia; Equilíbrio; Meta;
segunda-feira, julho 18, 2011
Harmonia
"Eu não gosto de falar de felicidade, mas sim de harmonia: viver em harmonia com a nossa própria consciência, com o nosso meio envolvente, com a pessoa de quem se gosta, com os amigos. A harmonia é compatível com a indignação e a luta; a felicidade não, a felicidade é egoísta."
José Saramago, La Jornada (1998)
sábado, julho 16, 2011
Citando
"Encontrar o amor é o segundo desafio da nossa vida. O primeiro, nunca lhe dizer adeus."
Eduardo de Sá.
Eduardo de Sá.
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Constatação
quinta-feira, julho 14, 2011
Palavras ao vento
Hoje conscientemente recordo, desejo e adoro-te, amanhã (inconscientemente) não sei o que serei, para onde irei ou a quem me darei!! Num breve momento a reter ... sustenho a respiração ...
quarta-feira, julho 13, 2011
Interrogações
Porquê? Para quê? Quando? Como? De que forma?
Ufa! Tantas interrogações e tão poucas respostas.
Vai… Faz…Diz…
E eu respondo como o José Régio: “Só sei que não vou por aí.”
Não vou.
Não faço.
Não digo.
É que o caminho sou eu que o faço, para bem ou mal. Ora deparando-me com trilhos e carreiros envergonhados e escondidos, ora estradas largas e espaçosas que permitem ver mais e mais além..Mas para quê ver mais e mais longe? É que o caminho faz-se caminhando e de nada nos serviria antever o fim, seria apenas um estorvo para causar ainda mais ansiedade.
O caminho faz-se caminhando e é nesta construção contínua que nos deixamos envolver por um mar de sensações, por vezes estranhas, que nos lembram o seu sentido, sinal ou valor e que muitas vezes não parecem fazer sentido algum...ou nos toldam o(s) sentido(s).
E lá vou andando. Umas vezes cheia de uma confiança cega, de braços estendidos e rosto ao sabor do vento. Outras, bem, outras nem vale a pena falar.... O avanço é lento doloroso. Os pés cheios de bolhas que teimam em incomodar e doer, não permitindo mais que uns míseros centímetros a cada hora, que vai escorrendo de forma demasiado lenta... É este o (meu) caminho ... ( e, é na maior parte das vezes o segundo… mas ...), a viagem continua na esperança que isto seja apenas um mau momento. Os bons compensam, de longe, o mal estar de algumas fases que só servem para testar os nossos limites… Haverá limites??!!!
PS: E (por mais estranho que pareça) hoje (jà) faz 1 ano (de anos)!!!
terça-feira, julho 12, 2011
Divagando ...
Incrível como eu que já fui drama, hoje estive tão quieta...
Ansiosa por viver numa outra frequência, um outro bem(-vindo), depois de dias tão sisudos.
Eu quero a intimidade, quero relaxar, quero espalhar o meu sentir, quero compor instantes.
(Como adoraria meu amor, bordar os nossos encontros - enquanto criamos novos caminhos - e morrer devagarinho, baixinho, como morrem as tardes...)
PS: Curioso a coincidência da letra da música... pensava ter-me esquecido, mas... logo a "frase" me saltou da memória ...
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Coincidências; feeling
segunda-feira, julho 11, 2011
Apontar (o dedo) é muito feio!
Se há algo que me tira totalmente do sério e me põe put@ da vida é apontarem-me aquele dedo acusador, seja por má fé, falta de oportunidade, desconhecimento, injustiça ou pior, ainda, por quem tem tantos telhados de vidros (e tão frágeis ) e mesmo assim .... e quando falham os argumentos vão buscar merd@s do arco da velha, coisas que nem lembram a ninguém ... a acrescer a isso a supra presunção que me conhecem (bem demais ???!!! Como se isso fosse alguma vez possível ... santa ignorância!!!)... enfim nem vou gastar o meu latim! Silêncio e desprezo é a (minha) melhor arma!!
Há um proverbio inglês que diz "quando apontares com um dedo, lembra-te de que outros três dedos teus, apontam para ti."
"Em primeiro lugar, deveríamos avaliar nossa própria atitude para com os outros e verificar constantemente se estamos agindo bem. Antes de apontar o dedo para os outros, devemos apontá-lo para nós mesmos. Em segundo lugar devemos estar preparados para reconhecer nossos erros e procurar corrigi-los."
Fonte: Palavras de Sabedoria, Dalai Lama- Ed. Sextante.
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PQP
sábado, julho 09, 2011
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