Particularidades das minhas singularidades & Singularidades das minhas particularidades...
quarta-feira, julho 06, 2011
terça-feira, julho 05, 2011
Return to (my) innocence
Don't be afraid to be "weak" dont be to proud to be "strong"... É como me sinto hoje.
(Je veux aller au bout de mes fantasmes...)
(Je veux aller au bout de mes fantasmes...)
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Weakness; mea culpa
sexta-feira, julho 01, 2011
quarta-feira, junho 29, 2011
Divagações
Na vida todos já passamos por encruzilhadas, deparamo-nos com becos e, em alguns casos, precipícios.
As encruzilhadas são as mais fáceis de resolver...
Os becos são situações em que só voltando atrás podem ser resolvidas, apesar de por vezes se transformarem em prisões emocionais das quais só saímos quando nos conseguimos libertar...
Os precipicios, infelizmente, levam algumas pessoas à morte, pois não conseguiram encontrar a ponte de fuga (em si) aos mesmos...
As encruzilhadas podem levar a becos ou precipicios, no entanto à partida, nunca o sabemos.
Os becos, que se tornam prisões, podem levar a precipicios ou encruzilhadas. E as pontes de fuga dos precipicios regra geral levam a encruzilhadas...
É claro que muitas encruzilhadas são fáceis de decidir, a maior parte delas, o pior é quando a encruzilhada (nos) apresenta soluções que não nos agrada de todo, é escolher o mal menor, o que nunca é uma boa solução, mas é muitas vezes a solução possivel...
No caso dos becos/ prisões muitas vezes acabamos por nos habituar e até esquecemos, (como se fosse possivel!!!) o quanto não gostamos da situação.
E quando estamos em prisões continuamos a ter encruzilhadas e até precipicios.
A (nossa) vida é feita de encruzilhadas, alguns becos, uma ou outra prisão, e se possivel sem precipicios.
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Nós a desatar
terça-feira, junho 28, 2011
Chinesices
路遙知馬力,日久見人心(路遥知马力,日久见人心) (pinyin: ren2 yao1 lian3, shu4 yao1 pi2)
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Só porque me apetece
segunda-feira, junho 27, 2011
O Futuro sai da fenda e da ferida
«A geometria abre a linha para deixar passar a Imaginação.
O FUTURO sai da FENDA e da FERIDA.
Do que antes foi, hoje sai Sangue.
Inundar o VAZIO: o FUTURO inunda o VAZIO.
Porque todo o vazio tem por INIMIGO a Imaginação.
Porque todo o vazio tem o Inimigo. »
Gonçalo M. Tavares, in "Investigações. Novalis"
Para reflectir...
«Em cada perda existe um ganho.
Tal como em todos os ganhos existe uma perda.
E com cada fim surge um novo começo. »
Shao Lin
domingo, junho 26, 2011
O resto é silêncio ...
"O silêncio também fala, fala e muito! O silêncio pode falar mesmo quando as palavras falham."
Osho
"Fala se tens palavras mais fortes do que o silêncio, ou então guarda silêncio."
Eurípedes
"Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a verdade se me revela."
Albert Einstein
sábado, junho 25, 2011
sexta-feira, junho 24, 2011
quarta-feira, junho 22, 2011
Coup d' etat
Moi qui n'a plus regardé le ciel, j'ai devant moi cette porte entrouverte mais l'inconnu a meurtri plus d'un coup mon coeur ...
terça-feira, junho 21, 2011
Ode ao verão
Verão, violino vermelho,
Nuvem luminosa, um zumbido de serra e uma cigarra que precede do céu estrelado, suave e brilhante como um olho, e sob o teu olhar, o verão!
Teus olhos são cascatas de peixes no céu infinito,
pressentindo a sensação agradável, preguiçosa, letárgica, da barriga arredondada na sede demoníaca...
Manhã ... e o sol, terrível, paterno, ao rubro ...
Nuvem luminosa, um zumbido de serra e uma cigarra que precede do céu estrelado, suave e brilhante como um olho, e sob o teu olhar, o verão!
Teus olhos são cascatas de peixes no céu infinito,
pressentindo a sensação agradável, preguiçosa, letárgica, da barriga arredondada na sede demoníaca...
Manhã ... e o sol, terrível, paterno, ao rubro ...
O suor no rosto, a cabeça martelando numa inesperada conspiração
Areia. Verão. Mar. Deserto. Campos.
Areia. Verão. Mar. Deserto. Campos.
Agita-se o trigo, enquanto procuro a sombra...
Toque. Frescura. Mergulho. Diamante. Abundante verão...
Busco maçãs, morangos e.. a boca...
Nas paisagens verdes, lábios, de ameixas selvagens,
Estradas, de poeira macia em camadas, em pó, é meio-dia,
Vermelho. Tambor de cobre.
À tarde o fogo cede
O ar faz trevo, invade a dança,
À tarde o fogo cede
O ar faz trevo, invade a dança,
O forno do deserto
E um local fresco
E um local fresco
A estrela sobe no sombrio céu
É já noite.
A tua mão na minha
As minhas pernas nas tuas
Ganho asas, ganho penas
Os teus lábios são ameixas maduras
Os teus lábios são ameixas maduras
São amoras selvagens que dão gosto colher ...
P.S. Porque hoje é o dia mais longo do ano, é verão e acordei (ins)pirada ...
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emoções; non-sense; Inspiração; só eu sei
segunda-feira, junho 20, 2011
Não gosto de fugir com o rabo à seringa...
«...
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
...»
Miguel Esteves Cardoso
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
...»
Miguel Esteves Cardoso
domingo, junho 19, 2011
Se ...
«Se consegues manter a calma quando à tua volta
Todos a perdem e te culpam por isso,
Se consegues manter a confiança em ti próprio quando todos duvidam de ti,
Mas fores capaz de aceitar também as suas dúvidas;
Se consegues esperar sem te cansares com a espera,
Ou, sendo caluniado, não devolveres as calúnias;
Ou, sendo odiado, não cederes ao ódio,
E, mesmo assim, não pareceres demasiado condescendente nem altivo;
Se consegues sonhar - e não ficares dependente dos teus sonhos;
Se consegues pensar - e não transformares os teus pensamentos nas tuas certezas;
Se consegues defrontar-te com Triunfo e a Derrota
E tratar do mesmo modo esses dois impostores;
Se consegues suportar ouvir a verdade do que disseste,
Transformada, por gente desonesta, em armadilha para enganar os tolos,
Ou ver destruídas as coisas por que lutaste toda a vida,
E, mantendo-te fiel a ti próprio, reconstruí-las com ferramentas já gastas;
Se és capaz de arriscar tudo o que conseguiste
Numa única jogada de cara ou coroa,
E, perdendo, recomeçar tudo do princípio,
Sem lamentar o que perdeste;
Se consegues obrigar o teu coração e os teus nervos
A ter força para aguentar mesmo quando já estão exaustos,
E continuares, quando em ti nada mais resta
Que a Vontade que lhes diz: "Resistam!";
Se consegues falar a multidões sem te corromperes
Ou conviveres com reis sem perder a naturalidade,
Se consegues nunca te sentir ofendido seja por inimigos, seja por amigos queridos;
Se todos podem contar contigo, mas sem que os substituas;
Se consegues preencher cada implacável minuto
Com sessenta segundos que valham a pena ser vivios,
É a tua Terra e tudo o que nela existe,
E - o que é ainda mais - então, meu filho, serás um Homem.»
Rudyard Kipling
Boletim Filosófico Da Nova Acrópole, Número 1, Outono 2009
Todos a perdem e te culpam por isso,
Se consegues manter a confiança em ti próprio quando todos duvidam de ti,
Mas fores capaz de aceitar também as suas dúvidas;
Se consegues esperar sem te cansares com a espera,
Ou, sendo caluniado, não devolveres as calúnias;
Ou, sendo odiado, não cederes ao ódio,
E, mesmo assim, não pareceres demasiado condescendente nem altivo;
Se consegues sonhar - e não ficares dependente dos teus sonhos;
Se consegues pensar - e não transformares os teus pensamentos nas tuas certezas;
Se consegues defrontar-te com Triunfo e a Derrota
E tratar do mesmo modo esses dois impostores;
Se consegues suportar ouvir a verdade do que disseste,
Transformada, por gente desonesta, em armadilha para enganar os tolos,
Ou ver destruídas as coisas por que lutaste toda a vida,
E, mantendo-te fiel a ti próprio, reconstruí-las com ferramentas já gastas;
Se és capaz de arriscar tudo o que conseguiste
Numa única jogada de cara ou coroa,
E, perdendo, recomeçar tudo do princípio,
Sem lamentar o que perdeste;
Se consegues obrigar o teu coração e os teus nervos
A ter força para aguentar mesmo quando já estão exaustos,
E continuares, quando em ti nada mais resta
Que a Vontade que lhes diz: "Resistam!";
Se consegues falar a multidões sem te corromperes
Ou conviveres com reis sem perder a naturalidade,
Se consegues nunca te sentir ofendido seja por inimigos, seja por amigos queridos;
Se todos podem contar contigo, mas sem que os substituas;
Se consegues preencher cada implacável minuto
Com sessenta segundos que valham a pena ser vivios,
É a tua Terra e tudo o que nela existe,
E - o que é ainda mais - então, meu filho, serás um Homem.»
Rudyard Kipling
Boletim Filosófico Da Nova Acrópole, Número 1, Outono 2009
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Reflexão
Lugares
«Se se viajar fora dos destinos turísticos [...] descobre-se que os lugares de desejo, os sítios que nos marcam por dentro e deixam impressões duradouras são tão inacessíveis e misteriosos como sempre foram e, também por isso, se constituem como verdadeiras viagens. Únicas e preciosas.»
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Os Os lugares não são todos iguais
Divagações
Ler é um diálogo incessante, o livro fala e a alma responde ... enquanto «a vida não é mais do que uma sucessão de faltas que nos animam..»
Inês Pedrosa
Fazes-me Falta, Publicações Dom Quixote, 2002
"E eis-me preso à memória escura dos teus olhos, dos teus passos saltitantes, da tua alegria convicta que a partir de certa altura começou a açucarar demasiado a minha vida. Não consigo concentrar-me. Passo os dias com os olhos sobre as letras dos livros que tenho de ler e não consigo entrar neles. E ouço muitas vezes a canção de Pascoal:
«A sombra das nuvens no mar / O vento na chuva a dançar / Uma chávena a fumegar / Tudo me falava de ti / A sombra das nuvens desceu / O céu alto arrefeceu / E o mar bravio perdeu / A luz que lhe vinha de ti.» Há quanto tempo não me arde o coração?"
Inês Pedrosa
Fazes-me Falta, Publicações Dom Quixote, 2002
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