Particularidades das minhas singularidades & Singularidades das minhas particularidades...
segunda-feira, maio 23, 2011
sábado, maio 21, 2011
segunda-feira, maio 16, 2011
quinta-feira, maio 12, 2011
terça-feira, maio 10, 2011
Divagações ...
No vento que passa, no ar que respiro de um tempo inacabado ou de um simples gesto disperso, fruto de suspiro que dá (em) um nada concreto e perverso a um sentir absoluto, num silêncio absurdo...
São palavras soltas ao vento, que pairam no ar, palavras presas no tempo, suspensas num pretenso luar...
São palavras soltas ao vento, que pairam no ar, palavras presas no tempo, suspensas num pretenso luar...
segunda-feira, abril 25, 2011
sábado, abril 23, 2011
sexta-feira, abril 22, 2011
quarta-feira, abril 20, 2011
Será (!?) ...
Hoje em dia as pessoas apaixonam-se por uma questão prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão mesmo ali ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato. Por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Miguel Esteves Cardoso "Último Volume"
(mas a mim não me dá jeito esta questão -tão?- prática... vá se lá saber porquê...)
domingo, abril 17, 2011
Procuro (-te)
Procuro a ternura súbita,
os olhos ou o sol por nascer
do tamanho do mundo,
o sangue que nenhuma espada viu,
o ar onde a respiração é doce,
um pássaro no bosque
com a forma de um grito de alegria.
Oh, a carícia da terra,
a juventude suspensa,
a fugidia voz da água entre o azul
do prado e de um corpo estendido.
Procuro-te: fruto ou nuvem ou música.
Chamo por ti, e o teu nome ilumina
as coisas mais simples:
o pão e a água,
a cama e a mesa,
os pequenos e dóceis animais,
onde também quero que chegue
o meu canto e a manhã de maio.
Um pássaro e um navio são a mesma coisa
quando te procuro de rosto cravado na luz.
Eu sei que há diferenças,
mas não quando se ama,
não quando apertamos contra o peito
uma flor ávida de orvalho.
Ter só dedos e dentes é muito triste:
dedos para amortalhar crianças,
dentes para roer a solidão,
enquanto o verão pinta de azul o céu
e o mar é devassado pelas estrelas.
Porém eu procuro-te.
Antes que a morte se aproxime, procuro-te.
Nas ruas, nos barcos, na cama,
com amor, com ódio, ao sol, à chuva,
de noite, de dia, triste, alegre — procuro-te.
Eugénio de Andrade, in "As Palavras Interditas"
os olhos ou o sol por nascer
do tamanho do mundo,
o sangue que nenhuma espada viu,
o ar onde a respiração é doce,
um pássaro no bosque
com a forma de um grito de alegria.
Oh, a carícia da terra,
a juventude suspensa,
a fugidia voz da água entre o azul
do prado e de um corpo estendido.
Procuro-te: fruto ou nuvem ou música.
Chamo por ti, e o teu nome ilumina
as coisas mais simples:
o pão e a água,
a cama e a mesa,
os pequenos e dóceis animais,
onde também quero que chegue
o meu canto e a manhã de maio.
Um pássaro e um navio são a mesma coisa
quando te procuro de rosto cravado na luz.
Eu sei que há diferenças,
mas não quando se ama,
não quando apertamos contra o peito
uma flor ávida de orvalho.
Ter só dedos e dentes é muito triste:
dedos para amortalhar crianças,
dentes para roer a solidão,
enquanto o verão pinta de azul o céu
e o mar é devassado pelas estrelas.
Porém eu procuro-te.
Antes que a morte se aproxime, procuro-te.
Nas ruas, nos barcos, na cama,
com amor, com ódio, ao sol, à chuva,
de noite, de dia, triste, alegre — procuro-te.
Eugénio de Andrade, in "As Palavras Interditas"
quinta-feira, abril 14, 2011
...
Fundir-nos no outro não é tarefa fácil...
« Quando duas pessoas sentem uma atracção incondicional e estão prontas a sacrificarem-se uma pela outra, então, amam-se de verdade.» (Henry Louis Mencken)
terça-feira, abril 12, 2011
segunda-feira, abril 11, 2011
Cage aux folles et toutes les misères humaines...
Ahahahaha, o que eu me ri com o "meu Deus grego" ....
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Mes salopris
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