Particularidades das minhas singularidades & Singularidades das minhas particularidades...
segunda-feira, janeiro 17, 2011
sexta-feira, janeiro 14, 2011
quinta-feira, janeiro 13, 2011
quinta-feira, janeiro 06, 2011
terça-feira, janeiro 04, 2011
Divagações
“Passamos muitas vezes do amor à ambição, mas raramente regressamos da ambição ao amor.”
Tristemente, estas são as tais linhas ténues que tão facilmente ultrapassamos, mas que, depois dificilmente conseguimos retroceder. Fazemos opções, às vezes até de forma inconsciente, e quando paramos para pensar, é tarde. Quando paramos percebemos que já perdemos coisas, situações ou pessoas que nos eram tão queridas...
No mundo em que vivemos somos (muitas vezes), impelidos a usar e abusar do nosso ser racional. Talvez porque ainda não estamos todos no mesmo grau de desenvolvimento, existe gente “pequenina” que nos tenta espezinhar e isso faz com que reagimos e nos defendamos ferozmente. Para agravar ainda mais, temos registado na nossa memória todos os erros do passado e os imutáveis medos do presente que nos bloqueiam e paralisam.
E no meio de tudo isto está a nossa intuição, tantas vezes asfixiada que mal se ouve... o grito mudo ...A maior dificuldade surge quando de tanto nos tentarmos proteger contra os outros, acabamos por nos fechar às sete chaves no nosso “castelo”... onde nada entra e nada sai...
PS: Metade dos nossos erros na vida, vem do facto de que sentimos quando devemos pensar e pensamos quando devemos sentir. (Lhurton Collins)
sábado, janeiro 01, 2011
sexta-feira, dezembro 31, 2010
quinta-feira, dezembro 30, 2010
Adeus 2010
Que as lágrimas se transformem em sorrisos; O amargo em doce; As derrotas em vitórias; As amarras em liberdade; O instável em constante e que os amores efémeros possam ser dura/vindouros!
FELIZ 2011!!!
quarta-feira, dezembro 29, 2010
Divagações...
É tão fodid@ aquela (tão velha e conhecida) sensação (certeza) do copo meio vazio ...
PS: é assim cada final de ano ...
PS: é assim cada final de ano ...
Etiquetas:
barco encalhado; mágoas e desventuras
Seulement beau ...
«Toi, mon tendre amour
Ma seule lumière
Ma seule raison
De rester sur terre
La douce prison
Où je peux me plaire
Toi, mon tendre amour
Mon seul Univers
Le temps qui court
Ne peut rien défaire
Je veux toujours
Être ta prisonnièeere
Seulement l'amour
Pour qu'il guide nos pas
Seulement l'amour
Pour le temps qu'il voudra
Je peux tout faire
Si tu restes avec moi
Même l'enfer ne me brûlera pas
Toi, ma raison d'être
De tout abandonner
Mon envie de renaître
Pour apprendre à t'aimer
Tout l'temps qu'i me reste
Je veux te le donner
Toi, ma raison d'vivre
De tout abandonner
Mon envie de te suivre
Pour apprendre à t'aimer
Tout l'temps qu'il me reste
Je veux te le donner
Seulement l'amour
Pour qu'il guide nos pas
Seulement l'amour
Pour le temps qu'il voudra
Je peux tout faire
Si tu restes avec moi
Même l'enfer ne me brûlera pas
Seulement l'amour
Jusqu'au bout de nos nuits
Qu'il nous emmène pour ne pas qu'on oublie
Que par amour on donnerait nos vies
Pardon à ceux qui n'auraient pas compris
Seulement l'amour
Pour qu'il guide nos pas
Seulement l'amour
Pour le temps qu'il voudra
Je peux tout faire
Si tu restes avec moi
Même l'enfer ne me brûlera pas
Seulement l'amour
Jusqu'au bout de nos nuits
Qu'il nous emmène pour ne pas qu'on oublie
Que par amour on donnerait nos vies
Pardon à ceux qui n'auraient pas compris»
Seulement l'amour
PS: Mon dieu! C'est tellement beau...
Adorava ter assistido ao vivo a este musical!!! Mas vou vê-lo hoje em DVD...
Ma seule lumière
Ma seule raison
De rester sur terre
La douce prison
Où je peux me plaire
Toi, mon tendre amour
Mon seul Univers
Le temps qui court
Ne peut rien défaire
Je veux toujours
Être ta prisonnièeere
Seulement l'amour
Pour qu'il guide nos pas
Seulement l'amour
Pour le temps qu'il voudra
Je peux tout faire
Si tu restes avec moi
Même l'enfer ne me brûlera pas
Toi, ma raison d'être
De tout abandonner
Mon envie de renaître
Pour apprendre à t'aimer
Tout l'temps qu'i me reste
Je veux te le donner
Toi, ma raison d'vivre
De tout abandonner
Mon envie de te suivre
Pour apprendre à t'aimer
Tout l'temps qu'il me reste
Je veux te le donner
Seulement l'amour
Pour qu'il guide nos pas
Seulement l'amour
Pour le temps qu'il voudra
Je peux tout faire
Si tu restes avec moi
Même l'enfer ne me brûlera pas
Seulement l'amour
Jusqu'au bout de nos nuits
Qu'il nous emmène pour ne pas qu'on oublie
Que par amour on donnerait nos vies
Pardon à ceux qui n'auraient pas compris
Seulement l'amour
Pour qu'il guide nos pas
Seulement l'amour
Pour le temps qu'il voudra
Je peux tout faire
Si tu restes avec moi
Même l'enfer ne me brûlera pas
Seulement l'amour
Jusqu'au bout de nos nuits
Qu'il nous emmène pour ne pas qu'on oublie
Que par amour on donnerait nos vies
Pardon à ceux qui n'auraient pas compris»
Seulement l'amour
PS: Mon dieu! C'est tellement beau...
Adorava ter assistido ao vivo a este musical!!! Mas vou vê-lo hoje em DVD...
Pensamento do dia
"A maior parte das coisas que dizemos e fazemos não é necessária; quem as eliminar da própria vida será mais tranquilo e sereno.”
PS: Tudo podia ser tão mais simples… mas nós estamos sempre a fazer tempestades em copos de água!
PS: Tudo podia ser tão mais simples… mas nós estamos sempre a fazer tempestades em copos de água!
terça-feira, dezembro 28, 2010
Constatação
A inexistência de vida amorosa prende-se essencialmente com duas questões: ou não somos capazes de cativar ou não nos apetece cativar ...
Vai para fora, cá dentro ...
Existe uma história antiga, muito interessante, sobre os Deuses, que diz assim:
Temendo que os humanos, fossem perfeitos e não precisassem mais deles, reuniram-se para decidir o que fazer. O mais sábio dos deuses disse:
- Vamos dar-lhes tudo, menos o segredo da felicidade.
- Mas se os humanos são tão inteligentes, vão acabar por descobrir esse segredo também! - disseram os outros deuses em coro.
- Não, respondeu o sábio. Vamos esconder num lugar onde eles nunca vão achar: DENTRO DELES MESMOS!
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Balanço
Afinal "a verdade surge mais facilmente do erro do que da confusão" (Francis Bacon)
domingo, dezembro 26, 2010
L’Amour c’est mieux à deux (O Amor É Melhor a Dois)
Cada pessoa tem a sua forma de sonhar/ imaginar o encontro perfeito, com o momento em que vai encontrar a tal pessoa… Michel (Clovis Cornillac) espera que as coisas lhe corram como é tradição na família, como aconteceu aos pais e aos avós: um puro acaso. Já Vincent (Manu Payet) é daqueles que só pensam em sexo. Mas estes dois amigos de infância vão mudar a sua forma de encarar o amor e tudo o que está à sua volta assim que conhecerem Angèle (Virginie Efira) e Nathalie (Annelise Hesme).
"L’Amour C’est Mieux á Deux" faz-nos voltar a ter fé num regresso do cinema europeu como alternativa ao mainstream exclusivamente norte-americano, à diversão e humor puros sem falsos moralismos e a uma maior identificação por parte do público.
PS: Há muito tempo que não me ria tanto a ver um filme. Recomendo! E é claro que o Amor é (sempre) melhor a dois, ou então será tudo menos Amor... Elementar meu caro Watson!
...A saudade e a esperança ...
Dois horizontes fecham nossa vida:
Um horizonte, — a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte, — a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente, — sempre escuro,—
Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
Os doces brincos da infância
Sob as asas maternais,
O vôo das andorinhas,
A onda viva e os rosais;
O gozo do amor, sonhado
Num olhar profundo e ardente,
Tal é na hora presente
O horizonte do passado.
Ou ambição de grandeza
Que no espírito calou,
Desejo de amor sincero
Que o coração não gozou;
Ou um viver calmo e puro
À alma convalescente,
Tal é na hora presente
O horizonte do futuro.
No breve correr dos dias
Sob o azul do céu, — tais são
Limites no mar da vida:
Saudade ou aspiração;
Ao nosso espírito ardente,
Na avidez do bem sonhado,
Nunca o presente é passado,
Nunca o futuro é presente.
Que cismas, homem? – Perdido
No mar das recordações,
Escuto um eco sentido
Das passadas ilusões.
Que buscas, homem? – Procuro,
Através da imensidade,
Ler a doce realidade
Das ilusões do futuro.
Dois horizontes fecham nossa vida.
Machado de Assis, in 'Crisálidas'
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