Prends ce qu'il te suffit de cette vie et contente-toi de cela, même si tu n'as pour toi que la santé… je n'existais pas déja, je m'inventerai...
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Serai-je capable de me faire comprendre, ... non, decidament, non! Existe t il une personne capable de me faire sortir de la?´NON, decidament, non!
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P:S.: On croit pouvoir venir à bout des cycles qui frappent le cours de notre vie, au même point, exploitant la même faiblesse, avec la périodicité implacable de la rotation d'un astre; on croit sincèrement au bien-être définitif que l'imagination, féconde, élève devant nous dès qu'un bonheur soudain se présente.
On nie les illusions passées qui nous perdirent au coeur d'un désespoir encore plus inextricable que le maillage serré d'une vie refusée, fuie, elle-même submergée par l'illusion.
On se réfugie dans l'hypocrite amour du soi, diminué à l'idolâtrie de lambeaux de soi.
On surpasse Narcisse, et on écrit.
On prétend ainsi accomplir un acte sublime, héroïque, pour échapper à la réalité d'une prostitution morale égocentrique : dire « je ».
On n'a jamais rien eu à dire, mais on écrit.
On prétend sublimer la forme.
On se complait.
On feint d'ignorer nos crimes d'abandon.
On refuse l'idée de la mort en réfutant la possibilité de vivre (debout).
On regarde ses pieds quand l'amour est en face.
On a l'envie de vomir, mais on attend.
On attend.
On provoque soi-même sa perte, par l'exaspération de la crainte.
Nua, mas para o amor
não cabe o pejo
Na minha a sua boca
eu comprimia.
E, em frêmitos
carnais, ela dizia
- Mais abaixo, meu
bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência
bruta do meu desejo
Fremente, a minha
boca obedecia,
E os seus seios,
tão rígidos mordia
Fazendo-a arrepiar
em doce arpejo.
Em suspiros de
gozos infinitos
Disse-me ela, ainda
quase em grito:
- Mais abaixo meu
bem! - num frenesi
No seu ventre
pousei a minha boca,
Mais abaixo meu
bem! - disse ela louca,
Moralistas,
perdoai! Obedeci ...
«O Poema de amor, Amor,
que em breve te farei,
não há-de ser senão
o acto de te amar.
Não vou precisar lápis nem papel
pois é sobre o teu corpo, em tua pele,
que ao vivo meu poema vou criar.
Para quê de palavras o gaguejo
quando o corpo nos arde
de desejo,
e mais do que dizer
o quer gritar?
Desse poema, as palavras
serão beijos.
E as frases os abraços ...
E a escrita no teu corpo
serão traços,
dedos, dentes,
bocas, braços
que em ti imprimirei.
Sujeitos da oração
seremos dois !
E objectos seremos igualmente.
E no conjugar febril
da mesma acção,
o verbo não terá senão presente.
Exclamações (!) serão gemidos,
Suspiros e ais as reticências...
E não haverá paz nem complacências
até à morte plena dos sentidos.
Pontos, só haverá ponto final,
a fim de que o poema,
Amada minha,
comece nova estrofe,
em nova linha.
Com beijos e abraços...
Tal e qual.»
Fechou-se em copas, como se de uma concha se tratasse. Impenetrável, (inquebrável de tão fechada), que nem se vislumbrava nem peso, nem os vestígios da (possível) pérola que encerrava/encarcerava.
Deixou-se ficar assim... Embalada pela força do cansaço.
«O hábito de me recolher a mim mesmo acabou por me tornar imune aos males que me acossam, e quase me fez perder a memória deles. Desse modo, aprendi com base na minha própria experiência que a fonte da felicidade reside dentro de nós e que não está no poder dos homens fazer com que fique realmente desgostosa uma pessoa determinada a ser feliz. Por quatro ou cinco anos desfrutei regularmente de alegrias interiores que almas gentis e afectuosas encontram numa vida de contemplação.»
Jean-Jacques Rousseau, in 'Devaneios de um Caminhante Solitário'
" Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no Outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem ATÉ para ser FELIZ. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio-termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Para erros há perdão; para os fracassos, chance; para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em si.
Gaste mais horas realizando do que sonhando, fazendo que planeando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
Luiz Fernando Veríssimo
P.S. Há uns anos alguém me enviou (via SMS) um exerto deste texto, na altura assustou-me imenso ao lê-lo! Hoje faz todo o sentido para mim. Acho-o simplesmente ... GENIAL! (e já agora ... QUASE que me esquecia que DETESTO O QUASE!)
«A felicidade é uma obra-prima: o menor erro falseia-a, a menor hesitação altera-a, a menor falta de delicadeza desfeia-a, a menor palermice embrutece-a. »
A felicidade, como nós a conhecemos, é muito frágil na verdade! Por isso tens de aprender a ouvir o teu coração!
Hoje vou deixar aqui uma pequena história, na qual tropecei por mero acaso ...
«Após anos de dificuldade, o rabino Eisik, filho de Yekel que morava na Cracóvia, recebeu em sonho uma ordem para procurar um tesouro na cidade de Praga (República Checa) debaixo de uma ponte que conduzia ao castelo real.
Como este sonho se repetiu três vezes, decidiu viajar até la. A ponte era guardada dia e noite por guardas e, por isso, não tinha chances de cavar para encontrar o tesouro.
Contudo, andava pela ponte desde a manhã até o final de cada dia e, por isso, atraiu a atenção do chefe dos guardas que lhe perguntou:
- Está esperando alguém?
Eisik contou o sonho que teve e depois de ouvi-lo, em gargalhadas, o guarda respondeu:
- O quê? Pobre senhor! Foi por causa desse sonho que percorreu todo este caminho com esses sapatos velhos? Veja só! Até que ponto é possível confiar nos sonhos! Olhe para mim! Eu próprio já deveria ter seguido para Cracóvia na Polônia, para procurar um tesouro que estaria sob um fogão no quarto de um judeu chamado Eisik, filho de Yekel! Mas veja o tamanho do absurdo! Imagine a dificuldade para demolir metade das casas, em um lugar onde a maioria dos judeus tem o nome Eisik e a outra metade Yekel!
Terminou a frase, deu um tapa nas costas do rabino, e foi embora. Eisik curvou-se em sinal de agradecimento e regressou à Cracóvia. Ao chegar em casa, cavou debaixo do fogão e encontrou um tesouro. Em agradecimento, mandou construir uma sinagoga que tem seu nome até hoje.»
Esta pequena história ensina-nos que não devemos procurar a felicidade no exterior, mas sim em nós próprios, dentro de nós.
Mas o que é felicidade? Ela indica um estado de perfeita satisfação íntima; um grande contentamento. Portanto, todos temos a capacidade para sermos felizes e criadores. Não é um dom reservado a poucos. Porque é que, então, a grande maioria não conhece a felicidade? Porque alguns, apesar dos obstáculos terríveis que acontecem nas suas vidas, se mostram felizes enquanto outros são extremamente abalados por situações muito menores? A resposta é simples. O ser humano é reduzido a um valor quantitativo, ou seja, somos avaliados pelo "ter" muito mais do que "ser" produzindo uma sensação infinita de vazio e de frustação.
A mente pode colocar-se em contacto com aquilo que constitui a fonte de toda felicidade e esse contacto pode ser mantido, apesar da educação e das exigências da vida... mas nem sempre é fácil!
Os momentos de felicidade acontecem quando a mente ou o corpo estão no limite da sua capacidade, quando se realiza algo difícil que vale a pena e isto não tem nada a ver com ter ou não dinheiro. O mesmo acontece com o amor. Só encontraremos a nossa "cara-metade", quando for completo.
Não podemos permitir que as dificuldades tomem conta da situação. Há que superá-las! Se atirarem pedras no nosso caminho, para bloquear sua passagem, há que as retirar e transformar essas pedras em degraus de uma escadaria para que possamos aproveitá-las para construir uma vida repleta de vitórias (ou não...).
A felicidade é um estado de espírito, diz o dito popular, é verdade! As pessoas não percebem que as melhores experiências acontecem em pequenos momentos partilhados, por isso não é na mão de estranhos que somos felizes; não devemos depositar cegamente a nossa felicidade em qualquer um.
O nosso tesouro estará sempre permanentemente pronto a ser desenterrado no chão onde está o fogão da nossa própria casa. Portanto, desfaz ou afasta-te das coisas que te fazem sofrer; partilha; aproveita todas as fracções de segundo, de minutos ou horas; estuda e dedica-te a algo que vale (realmente) a pena! Não desperdíces, recicla (-te).
Em suma: reflecte sobre a felicidade (o que te faz/ faria feliz?) verdadeira e SÊ FELIZ!
Já estou preparada para fazer este maravilhoso Cruzeiro que ganhei de presente do meu marido...
Vim sòzinha e trouxe na mala minhas melhores roupas! Estou excitada!!!
Querido Diário... 2º Dia:
Estivemos todo o dia navegando. Foi lindo e vi alguns golfinhos e baleias!
Que viagem maravilhosa estou começando! Hoje me encontrei com o Capitão, que por sinal é um belo homem!
Querido diário... 3º Dia:
Hoje estive na piscina. Fiz também um pouco de jogging e joguei mini-golfe. O Capitão me convidou para jantar em sua mesa. Foi uma honra e a noite foi maravilhosa.Ele é um homem muito atraente e culto.
Querido diário... 4º Dia:
Fui ao Cassino do navio! Tive muita sorte, pois ganhei U$80. O Capitão me convidou para jantar com ele em seu camarote. A ceia foi luxuosa com caviar e champanhe. Depois de comermos ele perguntou se eu ficaria em seu camarote, mas recusei o convite. Disse a ele que não queria ser infiel ao meu marido.
Querido diário... 5º Dia:
Hoje voltei à piscina para me bronzear um pouco. Depois, decidi ir ao Piano Bar e passar ali a tarde. O Capitão me viu e me convidou para tomar um aperitivo. Realmente ele é um homem encantador.
Perguntou-me de novo se eu queria visitá-lo em seu camarote naquela noite.
E eu lhe disse que não, que era casada! Então ele falou que se eu continuasse respondendo não, ele iria afundar o navio! Fiquei aterrorizada!
Querido diário... 6º Dia:
Hoje salvei 1600 pessoas... três vezes (Lol que corajosa e benemérita MULHER!!)