Particularidades das minhas singularidades & Singularidades das minhas particularidades...
quarta-feira, setembro 30, 2009
Music-today
P.S. Porque simplesmente adoro este grupo. Gosto particularmente deste single e claro do espectacular álbum Night Drive, com destaque para a sublime faixa "I want your love"
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Chromatics; In Shining Violence
terça-feira, setembro 29, 2009
Music of the day
Esta música dá-me sempre vontade de cantar a plenos pulmões... e se eu canto mal!..Hoje ouvi-a de regresso a casa e como sempre CANTEI :)
Que VOZ a desta senhora!
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Dionne Warrick; music
O coração tem razões que a própria razão desconhece...
A razão quer falar, o coração quer escutar;
A razão quer mandar, o coração quer partilhar;
A razão quer definir, o coração quer sentir;
A razão quer calcular, o coração quer arriscar;
A razão quer determinar o futuro, o coração quer gozar o presente;
A razão quer regras, o coração quer espontaneidade;
A razão quer medir as palavras, o coração expressa-as sem medo;
A razão quer manipular, o coração quer apenas se expressar sem jogar;
Enfim, o que determina o nosso amor por alguém? A razão quer determinar características específicas: altura, peso, cor dos olhos, tipo físico, condição social, económica, religiosa, etc... mas o coração ignora a razão porque, como diz Saint Exupery, “o essencial é invisível aos olhos” e é por isso que O CORAÇÃO realmente TEM RAZÕES QUE A PRÓPRIA RAZÃO DESCONHECE, como dizia Blaise Pascal... A história desta frase não poderia ter origem mais paradoxal, pois foi proferida e escrita por um personagem que deu grande valor à ciência, o célebre matemático, físico, filósofo e escritor francês Blaise Pascal (1623-1662). Aos 16 anos já tinha escrito um ensaio científico e aos 18 inventou uma máquina de calcular, a base (para quem não sabe) dos nossos actuais computadores.
A frase dá enfase e grande valor à intuição e à emoção!
«Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…
Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…
Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!
Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.
Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente
Que se divide entre o coração e a razão…»
De Sandro M. Gomes
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Paradoxo
segunda-feira, setembro 28, 2009
Se ...
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti, quando estão todos duvidando
E para estes no entanto, achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais nem pretensioso.
Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires;
De sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores;
Se, encontrando a derrota e o triunfo, conseguires
Tratar da mesma forma a estes dois impostores
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E, as coisas porque desta vida, estraçalhadas,
E refazê-las com bem pouco que te reste;
Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perdes, e ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
A dar, seja o que for, que neles ainda existe
E a persistir assim quando exausto, contudo,
Resta a vontade em ti, que ainda ordena: persiste!
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
E, entre reis, não perder a naturalidade;
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes;
Se a todos podes, ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo
Ao minuto fatal todo valor e brilho:
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
É - o que é muito mais - és um Homem, meu Filho!
Rudyard Kipling
domingo, setembro 27, 2009
Music
P.S. Enquanto se aguarda a 3 temporada!!! Ohh... falta tanto!!!
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Music; Corrupt; True Blood;
It's all in my Head ...
Tu não existes! Apenas vives nos meus sonhos...
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música; Katie Melua
sábado, setembro 26, 2009
Últimos filmes vistos...
Vi o "Chéri", um excelente filme que soube adaptar, muito bem, o livro de Colette "La fin de Chéri", retratando a Belle Époque, com Michelle Pfeiffer (sensualísssima) e Rupert Friend (no seu melhor ;) - um verdadeiro chéri mignon).A outra escolha foi "O outro homem", que me surpreendeu bastante pela história e pela intrigante pergunta logo no início do filme “Nunca desejaste ter a oportunidade de ficar com outra pessoa?”. Aqui encontramos três grandes actores : Laura Linney; Antonio Banderas e Liam Neeson. A não perder!

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Cinema
Pensamentos
Numa rota nebulosa e de obstáculos (im)previsíveis, só me resta recitar o adágio popular: o futuro a Deus pertence. O passado está escrito e o futuro por escrever, por isso decidi que não vou (re)pensar muito. Haja o que houver!
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Calmaria depois da tempestade de areia
sexta-feira, setembro 25, 2009
Decisões e escolhas
«A vida é a arte das escolhas, dos sonhos, dos desafios e da acção»J. A. Wanderley
"Os caminhos da vida são feitos de decisões e escolhas. Assim, o que cada um de nós é hoje, seja na sua vida profissional, seja na sua vida pessoal, é consequência destas escolhas e das ações adoptadas para efectivá-las. Algumas são essenciais e importam decisões sobre nossa religião ou nosso papel social. Outras são operacionais, como a roupa que vamos vestir hoje para ir trabalhar.
O que vale para as pessoas também vale para as empresas, ou seja, uma empresa sobrevive ou não, tem êxito ou fracassa, de acordo com as decisões e escolhas que fez ou faz, de suas estratégias e foco, seus sistemas de crenças e valores, seu estilo gerencial, seus processos, suas estruturas, as pessoas que seleciona, o sistema de treinamento e desenvolvimento que adota. Ou, de acordo com Peter Drucker, "o produto final do trabalho de um gerente são decisões e ações".
Assim sendo, três aspectos devem ser considerados:
1- A todo momento, queiramos ou não, conscientes ou inconscientes, por ação ou omissão, estamos sempre fazendo escolhas. E nunca é demais lembrar que não escolher já é uma escolha;
2- Se queremos ser os timoneiros da nau da nossa vida, devemos procurar ser conscientes das escolhas que fizemos e estamos fazendo, pois é esta consciência que nos permite assumir a responsabilidade pelos nossos atos e, conseqüentemente, continuar com o que estamos fazendo ou então mudar. É conveniente ter presente que algumas escolhas deram certo em determinados contextos, mas que se adotadas em outros podem ser profundamente negativas. Um pequeno exemplo: alguém que quando criança, para obter o carinho e a atenção dos pais, chorava, fazia manha ou gritava. Depois, quando adulto, para ter as suas necessidades de aceitação e reconhecimento atendidas, adota comportamentos de essência semelhante que, sem a menor sombra de dúvida serão totalmente inadequados, gerando respostas justamente opostas às desejadas;
3_ Podemos, através do desenvolvimento pessoal, aumentar a nossa esfera de escolhas. Aprender, no fundo, importa ter mais opções, isto é, ampliar possibilidades. A questão básica é o que aprender para que possamos ter êxito neste mundo de crescente insegurança, complexidade, ambigüidade e imprevisibilidade. E isto também é uma escolha.
De qualquer forma, é sempre conveniente ter presente 6 escolhas que estamos fazendo a todo o momento.
1- Vida ou morte
O general franquista Millan d’Astray, nas suas palavras na Universidade de Salamanca, na frente do filósofo Miguel de Unamuno, proferiu sua célebre frase: "Abaixo a inteligência. Viva a morte!". E esta é a grande questão. Estamos escolhendo a vida ou a morte do planeta em que habitamos? Todas aquelas pessoas ou empresas que contribuem com poluição ambiental e destruição dos ecossistemas, chuvas ácidas, aumento da temperatura na Terra e a conseqüente elevação dos níveis das marés, destruição da camada de ozônio, desmatamentos indiscriminados e a existência de pessoas vivendo em condições subumanas, em função da ganância, da busca do lucro Kamikaze ou da falta de consciência social, estão engrossando o coro de Millan d’Astray e à sua própria maneira estão repetindo com o general franquista: "Viva a morte!"
Na realidade, esta é a grande questão ética, segundo a qual todas as outras devem se ordenar. É saber qual a resposta a uma pergunta de Albert Einstein: "Será que estamos fazendo deste planeta um lugar melhor para se morar?" Ou estamos ao lado dos que não têm nenhuma preocupação com isto, pois, como dizem, a longo prazo estaremos todos mortos.
2 - Os significados
A riqueza de nossa vida está muito relacionada aos significados que damos ao que fazemos. É a história dos 3 operários que estavam numa mesma obra e foram indagados sobre o que estavam fazendo. Um deles disse que estava assentando pedras. O outro, que estava construindo uma escada. O terceiro, que estava colaborando para a construção de uma catedral. Nós podemos escolher os significados que damos a tudo o que fazemos e isto pode representar uma grande diferença.
3 - Passado ou futuro orientado
As pessoas passado orientadas ficam querendo mudar o que fizeram, como se pudessem entrar na máquina do tempo. Tendem a se lamentar ou arranjar culpados e estão mais voltadas para ameaças. As pessoas futuro orientadas buscam resultados, aceitam as situações existentes como um ponto de partida, não confundindo aceitação com conformismo, e procuram identificar e agir de acordo com as oportunidades. De qualquer forma é conveniente citar Franklin Delano Roosevelt: "O progresso é realizado pelos homens que fazem e não pelos que discutem de que modo as coisas deveriam ter sido feitas."
4 - Sistema aberto ou fechado
Os seres humanos são e deveriam agir como sistemas abertos, ou seja, em interação com o seu meio. Cada vez que as pessoas se fecham através do dogmatismo, da arrogância ou da negação, estão agindo como sistemas fechados. Prendem-se ao familiar e ao conhecido e, freqüentemente, ficam encasteladas em torres de marfim. As pessoas que agem como sistema aberto estão em relacionamento, têm consciência do fluxo contínuo de mudanças e sabem que a melhor forma de prever o futuro é criá-lo.
5 - Crenças e valores
Uma das coisas que têm forte influência sobre nossos comportamentos é o nosso sistema de crenças e valores. Neste sentido há quem diga que: "Quer você acredite que pode, quer acredite que não pode, você está certo." Todos nós temos um conjunto de crenças e valores que fomos adquirindo ao longo da vida e que são determinantes do nosso comportamento. Algumas podem ser extremamente úteis, como acreditar que tudo o que nos acontece pode ser uma oportunidade. Outras podem ser negativas, como a de se acreditar vítima das circunstâncias, na base do "isto só acontece comigo". Em geral as pessoas não analisam os impactos de suas crenças sobre suas vidas e não sabem que podem e como mudá-las.
6 - Intervir e mudar ou ser passivo
A consciência de que o que obtemos da vida está profundamente relacionado às escolhas que fizemos ou fazemos nos permite estar abertos a identificá-las e ratificá-las ou retificá-las. E esta é uma grande escolha final. É possível mudar. E um bom modo de fazê-lo é com base em Jean P. Sartre: "Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim." Em suma, ser consciente das escolhas que fazemos é entrar no mundo mágico das possibilidades. É saber que existem infinitas formas e caminhos e que a vida é daqui para a frente"
O que vale para as pessoas também vale para as empresas, ou seja, uma empresa sobrevive ou não, tem êxito ou fracassa, de acordo com as decisões e escolhas que fez ou faz, de suas estratégias e foco, seus sistemas de crenças e valores, seu estilo gerencial, seus processos, suas estruturas, as pessoas que seleciona, o sistema de treinamento e desenvolvimento que adota. Ou, de acordo com Peter Drucker, "o produto final do trabalho de um gerente são decisões e ações".
Assim sendo, três aspectos devem ser considerados:
1- A todo momento, queiramos ou não, conscientes ou inconscientes, por ação ou omissão, estamos sempre fazendo escolhas. E nunca é demais lembrar que não escolher já é uma escolha;
2- Se queremos ser os timoneiros da nau da nossa vida, devemos procurar ser conscientes das escolhas que fizemos e estamos fazendo, pois é esta consciência que nos permite assumir a responsabilidade pelos nossos atos e, conseqüentemente, continuar com o que estamos fazendo ou então mudar. É conveniente ter presente que algumas escolhas deram certo em determinados contextos, mas que se adotadas em outros podem ser profundamente negativas. Um pequeno exemplo: alguém que quando criança, para obter o carinho e a atenção dos pais, chorava, fazia manha ou gritava. Depois, quando adulto, para ter as suas necessidades de aceitação e reconhecimento atendidas, adota comportamentos de essência semelhante que, sem a menor sombra de dúvida serão totalmente inadequados, gerando respostas justamente opostas às desejadas;
3_ Podemos, através do desenvolvimento pessoal, aumentar a nossa esfera de escolhas. Aprender, no fundo, importa ter mais opções, isto é, ampliar possibilidades. A questão básica é o que aprender para que possamos ter êxito neste mundo de crescente insegurança, complexidade, ambigüidade e imprevisibilidade. E isto também é uma escolha.
De qualquer forma, é sempre conveniente ter presente 6 escolhas que estamos fazendo a todo o momento.
1- Vida ou morte
O general franquista Millan d’Astray, nas suas palavras na Universidade de Salamanca, na frente do filósofo Miguel de Unamuno, proferiu sua célebre frase: "Abaixo a inteligência. Viva a morte!". E esta é a grande questão. Estamos escolhendo a vida ou a morte do planeta em que habitamos? Todas aquelas pessoas ou empresas que contribuem com poluição ambiental e destruição dos ecossistemas, chuvas ácidas, aumento da temperatura na Terra e a conseqüente elevação dos níveis das marés, destruição da camada de ozônio, desmatamentos indiscriminados e a existência de pessoas vivendo em condições subumanas, em função da ganância, da busca do lucro Kamikaze ou da falta de consciência social, estão engrossando o coro de Millan d’Astray e à sua própria maneira estão repetindo com o general franquista: "Viva a morte!"
Na realidade, esta é a grande questão ética, segundo a qual todas as outras devem se ordenar. É saber qual a resposta a uma pergunta de Albert Einstein: "Será que estamos fazendo deste planeta um lugar melhor para se morar?" Ou estamos ao lado dos que não têm nenhuma preocupação com isto, pois, como dizem, a longo prazo estaremos todos mortos.
2 - Os significados
A riqueza de nossa vida está muito relacionada aos significados que damos ao que fazemos. É a história dos 3 operários que estavam numa mesma obra e foram indagados sobre o que estavam fazendo. Um deles disse que estava assentando pedras. O outro, que estava construindo uma escada. O terceiro, que estava colaborando para a construção de uma catedral. Nós podemos escolher os significados que damos a tudo o que fazemos e isto pode representar uma grande diferença.
3 - Passado ou futuro orientado
As pessoas passado orientadas ficam querendo mudar o que fizeram, como se pudessem entrar na máquina do tempo. Tendem a se lamentar ou arranjar culpados e estão mais voltadas para ameaças. As pessoas futuro orientadas buscam resultados, aceitam as situações existentes como um ponto de partida, não confundindo aceitação com conformismo, e procuram identificar e agir de acordo com as oportunidades. De qualquer forma é conveniente citar Franklin Delano Roosevelt: "O progresso é realizado pelos homens que fazem e não pelos que discutem de que modo as coisas deveriam ter sido feitas."
4 - Sistema aberto ou fechado
Os seres humanos são e deveriam agir como sistemas abertos, ou seja, em interação com o seu meio. Cada vez que as pessoas se fecham através do dogmatismo, da arrogância ou da negação, estão agindo como sistemas fechados. Prendem-se ao familiar e ao conhecido e, freqüentemente, ficam encasteladas em torres de marfim. As pessoas que agem como sistema aberto estão em relacionamento, têm consciência do fluxo contínuo de mudanças e sabem que a melhor forma de prever o futuro é criá-lo.
5 - Crenças e valores
Uma das coisas que têm forte influência sobre nossos comportamentos é o nosso sistema de crenças e valores. Neste sentido há quem diga que: "Quer você acredite que pode, quer acredite que não pode, você está certo." Todos nós temos um conjunto de crenças e valores que fomos adquirindo ao longo da vida e que são determinantes do nosso comportamento. Algumas podem ser extremamente úteis, como acreditar que tudo o que nos acontece pode ser uma oportunidade. Outras podem ser negativas, como a de se acreditar vítima das circunstâncias, na base do "isto só acontece comigo". Em geral as pessoas não analisam os impactos de suas crenças sobre suas vidas e não sabem que podem e como mudá-las.
6 - Intervir e mudar ou ser passivo
A consciência de que o que obtemos da vida está profundamente relacionado às escolhas que fizemos ou fazemos nos permite estar abertos a identificá-las e ratificá-las ou retificá-las. E esta é uma grande escolha final. É possível mudar. E um bom modo de fazê-lo é com base em Jean P. Sartre: "Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim." Em suma, ser consciente das escolhas que fazemos é entrar no mundo mágico das possibilidades. É saber que existem infinitas formas e caminhos e que a vida é daqui para a frente"
JOSÉ AUGUSTO WANDERLEY CONSULTOR EM LIDERANÇA E NEGOCIAÇÃOE AUTOR DO LIVRO NEGOCIAÇÃO TOTAL: ENCONTRANDO SOLUÇÕES, VENCENDO RESISTÊNCIAS, OBTENDO RESULTADOS www.jawanderley.pro.br
Lido por aí
"Porque é que não pegas em mim e me raptas por hoje? Diz-me ao ouvido aquelas coisas desvairadas e sem nexo, mas às quais consegues dar significado. Vamos partir em busca de algo, não interessa o quê, sem destino, sem futuro, sem passado, apenas com o presente. Agarra-me na mão e ri comigo. Faz-me cócegas até eu desmaiar. Olha para mim, sem precisares de falar. Quero sentir o que estás a sentir neste momento. Agora. Não amanhã. Não falemos no amanhã. Quero que me salves hoje, amanhã é tarde demais. Não ligues ao meu feitio. Nunca fui de outra maneira. Nem sei ser. Ensina-mo. Acalma-me. Liberta-me. Não fales, mostra-me. Não preciso de ouvir, preciso de sentir. Não te deixes levar. Deixa-te ficar. Quero-te aqui. Abraça-me. Com força. Não tanta. Preciso de respirar. Dá-me espaço. Não me apertes. Mas não te afastes. Preciso de ti. É complicado. Eu sei. Eu avisei-te. Mas quiseste à mesma. Azar o teu. E sorte a minha. Será ? Quero-te."
retirado daqui:
retirado daqui:
Abismo
Dormi sobre o assunto, metaforica e literalmente! Mas não acordei melhor... Foram sonhos e pesadelos em catadupa... não sei.... só sei que me apetece fugir... só me resta esperar um milagre qualquer que me salve... ou que o destino seja um pouco complascente comigo!
«Por vezes o destino é como uma pequena tempestade de areia que não pára de mudar de direcção. Tu mudas de rumo, mas a tempestade de areia vai atrás de ti. Voltas a mudar de direcção, mas a tempestade persegue-te, seguindo no teu encalço. Isto acontece uma vez e outra e outra, como uma espécie de dança maldita com a morte ao amanhecer. Porquê? Porque esta tempestade não é uma coisa que tenha surgido do nada, sem nada que ver contigo. Esta tempestade és tu. Algo que está dentro de ti. Por isso, só te resta deixares-te levar, mergulhar na tempestade, fechando os olhos e tapando os ouvidos para não deixar entrar a areia e, passo a passo, atravessá-la de uma ponta a outra. Aqui não há lugar para o sol nem para a lua; a orientação e a noção de tempo são coisas que não fazem sentido. Existe apenas areia branca e fina, como ossos pulverizados, a rodopiar em direcção ao céu. É uma tempestade de areia assim que deves imaginar.
(...) E não há maneira de escapar à violência da tempestade, a essa tempestade metafísica, simbólica. Não te iludas: por mais metafísica e simbólica que seja, rasgar-te-á a carne como mil navalhas de barba. O sangue de muita gente correrá, e o teu juntamente com ele. Um sangue vermelho, quente. Ficarás com as mãos cheias de sangue, do teu sangue e do sangue dos outros. E quando a tempestade tiver passado, mal te lembrarás de ter conseguido atravessá-la, de ter conseguido sobreviver. Nem sequer terás a certeza de a tormenta ter realmente chegado ao fim. Mas uma coisa é certa. Quando saíres da tempestade já não serás a mesma pessoa. Só assim as tempestades fazem sentido.» Haruki Murakami, in 'Kafka à Beira-Mar'
(...) E não há maneira de escapar à violência da tempestade, a essa tempestade metafísica, simbólica. Não te iludas: por mais metafísica e simbólica que seja, rasgar-te-á a carne como mil navalhas de barba. O sangue de muita gente correrá, e o teu juntamente com ele. Um sangue vermelho, quente. Ficarás com as mãos cheias de sangue, do teu sangue e do sangue dos outros. E quando a tempestade tiver passado, mal te lembrarás de ter conseguido atravessá-la, de ter conseguido sobreviver. Nem sequer terás a certeza de a tormenta ter realmente chegado ao fim. Mas uma coisa é certa. Quando saíres da tempestade já não serás a mesma pessoa. Só assim as tempestades fazem sentido.» Haruki Murakami, in 'Kafka à Beira-Mar'
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Shit; AQSP; deception; abismo; lost
quinta-feira, setembro 24, 2009
Love is in the air...I can smell it!
Música dedicada aos meus amigo(a)s que estão a apaixonar-se ou já estão! (You know what i mean, don´t you?... hehe, apanhado(a)s em flagrantes confissões!!!!). Radiante de o saber! O amor é lindo, não é? :D
E para mim... dedico ESTA ...um dia chegará a minha vez...
E para mim... dedico ESTA ...um dia chegará a minha vez...
terça-feira, setembro 22, 2009
Os cães ladram e a caravana passa...

Lá diz um ditado árabe, que não importa o latido dos cães nem o barulho que façam, a caravana segue o seu caminho, apesar deles ... Existe uma estrela a ser seguida, um sentimento a ser preservado, um caminho a percorrer e nada pode impedir que a caravana siga o seu rumo. Mesmo que pare por alguns momentos, mesmo que os cães famintos farejem e se julguem alimentados com alguns restos que ficaram no caminho... a caravana prossegue, mais fortalecida, mais coesa, mais decidida e empenhada, deixando para trás o latido dos cães esfomeados. E essa caravana é feita de sonhos, de desejos, de amor, de sentimentos fortes, de gestos e atitudes, de longas vivências, de cumplicidade e complementaridade que só nós sabemos e podemos colocar nela. E ela segue o seu caminho, totalmente, indiferente aos ganidos dos cães enlouquecidos atrás de alguma cadela com cio...
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Só eu sei; pist of
Tic-tac, tic-tac, toc-toc-toc
Na rua nocturna deserta, somente o salto alto na calçada quebrava o silêncio. É o marcador, perseguidor, farrejador, pior que os ponteiros do relógio. Tic-tac, tic-tac, toc-toc-toc. Escuridão, vazio e o salto martelando... Ela não trazia consigo nem um sorriso, nem uma lágrima, nem um objectivo, nem um sentimento, além da imensa confusão. Pensava, pensava e martelava com fúria no chão. Virou a esquina, subiu a ruela, atravessou a praça. Não reparou nos rostos dos que estavam sentados na esplanada do café conversando banalidades e futilidades quotidianas. Não reparou sequer se havia alguém na rua a espreitá-la. Talvez um guarda noturno, garantia de segurança... Mas ela não estava segura. Nem mesmo que houvesse cem guardas em todas as esquinas e ladrões trancados nas suas celas! E as pessoas que dormiam nos seus quartos estariam a sonhar ou a ter insónias?! Não estava certa se havia feito o certo. Fazer ... como quem diz... é uma questão de ponto de vista, visto que ela não tinha feito nada... absolutamente nada. Só calou. Silêncio e o salto continuava a martelar o passeio. Andou cabisbaixa, inconscientemente desviando-se da irregularidade e defeitos da calçada. Não viu o olhar gatuno, brilhante, que amedrontado pulou para cima do muro após um arrepiante miado. Cerrou os punhos. Sem motivação. Inquietamente tranquila. Desesperadamente segura d(n)a sua insegurança. Desconfiança. Temperança. Esperança. Medo e assombração. E o salto a martelar o chão...Tirou a chave da carteira, meteu-a na a fechadura e abriu a porta. Entrou no prédio, não quiz apanhar o elevador, em vez disso subiu os seis lances de escada. Enfim exausta girou a fechadura, abriu a porta e entrou. Tanta coisa para falar, tanta coisa para ler, tanta coisa para fazer... Mas lá dentro só havia silêncio. E nada mais ... do que um martelar de saltos a pisar o chão... Tic-tac, tic-tac, toc-toc-toc. O mesmo som que lhe martelava o cérebro! Tic-tac, tic-tac, toc-toc-toc.
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Tentativa de escrever um conto
Pensamento do dia
Teria mesmo chegado ao ponto de dizer nutro? Teria, teria sim, teria dito nutro e relacionamento e rompimento e afecto... teria dito também estima e consideração e mais alto apreço e toda essa merda educada que as pessoas costumam dizer para colorir a indiferença quando o coração ficou inteiramente gelado." - Caio F.Abreu -
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Porque sim; shit
segunda-feira, setembro 21, 2009
Passage du silence ...
O pior cego é aquele que não quer ver...
E também aquele que não quer ouvir. Pois, desprezando o sábio ensinamento, por não poder discernir a realidade, o que lhe resta é tatear desorientado no meio as trevas...
E também aquele que não quer ouvir. Pois, desprezando o sábio ensinamento, por não poder discernir a realidade, o que lhe resta é tatear desorientado no meio as trevas...
Curioso, também, como muitas vezes procuramos respostas, onde nunca as iremos encontrar... mas, subitamente elas chegam talhadas e difíceis de refutar, nem que seja através do silêncio ... que ninguém ouviu, mas que alguém viu e desfez quaisquer dúvidas, se ainda restassem algumas!...
Às vezes, é preciso ficar em silêncio. Ouvir o que há dentro de nós; a voz da alma, do instinto, da razão e do coração ...
P.S.: Afinal quem cala consente e quem não sente não é filho de boa gente! E burro velho não aprende inglês!!! Ah pois ... (mas eu bem que te avisei ... eu bem te avisei!!!!..)
domingo, setembro 20, 2009
Livro do Fim-de-semana
« O meu único desejo é conversar. Conversar com aquele que ainda sabe sorrir.»In Aos Olhos de Deus - um romance histórico de José Manuel Saraiva, que ando a ler. Recomendo!
Adeus meu querido...

Daqui a umas horas irás embora... e não sei quando voltarei a ver-te!... Mas a verdade é que já sinto saudades, das tuas carícias na minha pele, do teu bafo quente que me aquece, me dá calores ao ponto de sentir vontade de tirar a roupa e tomar um banho de água fria!
Contigo sinto-me completa, alegre, louca e em perfeito extase... Sem ti os dias são longos e intermináveis, tristes, frios, cinzentos, vazios e rotineiros... No entanto, apesar de estares de abalada, vou esperar por ti e por todas as maravilhosas dádivas e sensações que me fazes sentir.
Até um dia destes... Adeus meu querido... verão!
Lol, o que essas mentes perversas (já) estavam a imaginar... Estava apenas a despedir-me do VERÃO!!!
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