domingo, setembro 20, 2009

And the red card goes to ...

Fui desafiada pela MoonLover (e reforçado o convite pelo Blue ... só por isso deverias ficar fora de jogo durante 2 semanas! Lol) para atribuir 10 cartões vermelhos, por isso dou-os aleatóriamente:

1. Ao capitalismo desenfreado e cada vez mais selvagem e desumano, que não olha a meios para atingir os fins e em que cada vez os ricos são mais ricos e os pobres cada vez mais pobre!
2. Ao fanatismo sob todas as suas formas!
3. A todos os tipos de violência e discriminação!
4. Á pobreza de espírito que nos assola no dia-a-dia
5. Aos mal amado(a)s e aos que têm medo de amar...
6. Á estupidez humana com que nos cruzamos todos os dias!
7. Aos que têm medo de ir atrás dos sonhos...
8. Ao meu chefe e a todos os que são iguais ou pior que ele!
9. Á maldita e amorfa solidão!
10. And the last but not least: a mim própria pelas razões que só eu sei...

Deveria parar por aqui... mas como na prática deram-me luz verde (ou melhor azul) para mais 10, vou continuar, porque até estou a gostar:
11. Á Manela Azeda o Leite
12. Aos políticos em geral que são uma camada de energúmes
13. Á Manela M.G.
14. E por acréscimo á TVI que é a pior telelixo que existe em Portugal!
15. A quem não tem mais nada que fazer a não ser analisar e criticar a vida dos outros.
16. Á falta de civismo, educação e de respeito pelos outros
17. A todos os ditadores que imperam por este mundo fora - Shame On You!
18. Aos que apenas são capazes de olhar para o seu umbigo
19. Ao papa e às igrejas em geral que deveriam ter outro tipo de abertura e de (re)conciliação para com as pessoas e as novas realidades vivenciais
20. Á bestialidade e non-sense da guerra.

Deveria passar o desafio a outros, mas como não tenho ninguém e os que poderiam me acorrer já foram convocados, não irei nomear! Quem passar por aqui faça o favor de se servir e mostrar os avermelhados a quem bem entender.

sexta-feira, setembro 18, 2009

Nó escondido

"Acordou com um enorme nó na garganta... com a horrível sensação de ter algo a obstruir-lhe a passagem de ar e de ser sufocada a qualquer momento, como se tivesse engolido um (malfadado) garfo.
Apetecia-lhe escrever (tanta coisa)...mas acaba por não ter tempo nem inspiração para nada. Sentia-se cansada, desgastada, exausta, confusa, com as emoções à flor da pele...queria SER CAPAZ de transpôr tudo por escrito, pois já houvera alturas em que isso a ajudara a ultrapassar tantos (res)sentimentos! Ou melhor queria confrontá-lo olhos nos olhos, cara a cara, com a verdade nua e crua e ser terrível e explicitamente directa, como gostava de ser!. Estranhamente hoje não consegue! ... Falta-lhe a força, a coragem, a disposição e o receio de ouvir o que não quer...
Medita sobre os erros... Tem sérias dúvidas que tenha (realmente) aprendido algo com eles a não ser o facto de se ter tornado cada vez mais cínica, crítica e céptica! Depois perde-se em ventos e remoinhos, num universo paralelo entre o passado e o presente. Jurou um dia que iria reagir de modo diferente! Passou a agir de outro modo! Contudo o resultado é igual. Algo está errado ou será mero produto estragado?
A mente ágil e em velocidade furiosa divaga por cada cantinho de (todos) os pensamentos escondidos, "bem (des)arrumados", selados e as preocupações que por lá pairam ... e de como sobreviver quando ...

[se fosse embora, como irá passar os dias longe daquele sorriso lindo, daqueles olhos maravilhosos, da voz alegre... e principalmente longe dele. Sentia-lhe já a falta de todas as formas e feitios, fosse como amigo ou como o amor da vida... Doía-lhe já das saudades que iria sentir todos os dias. Recordava-se de pequenos pedaços dia-a-dia, uma simples música no rádio, um gesto, uma expressão e das coisas mais banais...a realidade era que nunca lhe saia da cabeça... como se fosse algo viciante, deitava-se a acordava a pensar nele. Esmorecia já de tantas saudades dos seus abraços, do seu cheiro, de lhe desenhar e acariciar o rosto, de o olhar nos olhos .. Secavam-se já os lábios de tantas saudades dos seus beijos que a tele-transportavam para a lua... não queria perder... ]

Quando ... o nó se desfizer ...
Questiona-se pela enésima vez: - O QUE SERÁ QUE LHE TERÁ PROVOCADO (A SENSAÇÃO?)DE NÓ NA GARGANTA?
Este aperto, este nó cego que sente?
Ansiedade? Medo? Nervoso miudinho? Cobardia? Apatia? Preocupações? Frustações? Desejo de confrontação?
Ou a mera vontade de desaba(fa)r?...
Mas então porque se calava?! ..."


(Retirado do meu rascunho, 14/02/05)


P.S. É curioso como HOJE poderia ter escrito isso! Acordei também também com um nó na garganta...

A Minha Leitura (de José Niza) sobre MANUELA M. GUEDES‏

«Fui director de programas da RTP e depois seu administrador. E garanto-vos que, se alguma vez algum apresentador ou jornalista desse uma entrevista a chamar-me "estúpido", a primeira coisa que aconteceria seria o cancelamento imediato do seu programa, independentemente de haver ou não eleições em curso.
Por isso me parece incompreensível que, embora rios de tinta já se tenham escrito sobre o cancelamento do jornal nacional que Manuela Moura Guedes (MMG) apresentava na TVI, todos os analistas e comentadores tenham ignorado a explosiva e provocatória entrevista que MMG deu ao Diário de Notícias dias antes de a administração da TVI lhe ter acabado com o programa.
Em meu entender essa entrevista, realizada com antecedência para ser publicada no dia do regresso de MMG com o seu jornal nacional, foi a gota de água que precipitou a decisão da TVI. É que, o seu conteúdo, de tão explosivo e provocatório que era, começou a ser divulgado dias antes. E se chegou ao meu conhecimento, mais cedo terá chegado à administração da TVI.
Nessa entrevista MMG chama "estúpidos" aos seus superiores. Aliás, as palavras "estúpidos" e "estupidez" aparecem várias vezes sempre que MMG se refere à administração.
É um documento que merece ser analisado, não somente do ângulo jornalístico, mas sobretudo do ponto de vista comportamental. É uma entrevista de uma pessoa claramente perturbada, convicta de que é a maior ("Eu sou a Manuela Moura Guedes"!) e que se sente perseguida por toda a gente. (Em psiquiatria esse tipo de fenómenos são conhecidos por "ideias delirantes", de grandeza ou de perseguição).
MMG diz-se perseguida pela administração da TVI; afirma que os accionistas da PRISA são "ignorantes"; considera-se "um alvo a abater"; acusa José Alberto de Carvalho, José Rodrigues dos Santos e Judite de Sousa de fazerem "fretes ao governo" e de serem "cobardes"; acusa o Sindicato dos Jornalistas de pessoas que "nunca fizeram a ponta de um corno na vida"; diz que o programa da RTP 2, Clube de Jornalistas, é uma "porcaria"; provoca a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social); arrasa Miguel Sousa Tavares e Pacheco Pereira, etc.
E quando o entrevistador lhe pergunta se um pivô de telejornal não deve ser "imparcial", "equidistante", "ponderado", ela responde: "Então metam lá uma boneca insuflável"!
Como é que a uma pessoa que assim "pensa" e assim se comporta, pode ser dado tempo de antena em qualquer televisão minimamente responsável?
Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer - e como sublinhou Mário Soares - esta questão não tem nada a ver com liberdade de imprensa ou com a falta dela. Trata-se, simplesmente, de um acto e de uma imperativa decisão administrativa, e de bom senso democrático.
Como é que alguém, ou algum programa, a coberto da liberdade de imprensa, pode impunemente acusar, sem provas, pessoas inocentes? É que a liberdade de imprensa não é um valor absoluto, tem os seus limites, implica também responsabilidades. E quando se pisa esse risco, está tudo caldeirado. Há, no entanto, uma coisa que falta: uma explicação totalmente clara e convincente por parte da administração da TVI, que ainda não foi dada.
Vale também a pena considerar os posicionamentos político-partidários de MMG e do seu marido.
J. E. Moniz tem, desde Mário Soares, um ódio visceral ao PS. Sei do que falo. MMG foi deputada do CDS na AR.Até aqui, nada de especialmente especial.
O que já não está bem - e é criminoso - é que ambos se sirvam de um telejornal para impunemente acusarem pessoas inocentes, sem quaisquer provas, instilando insinuações e induzindo suspeições.
Ainda mais reles é o miserável aproveitamento partidário que, a começar no PSD e em M. F. Leite, e a acabar em Louçã e no BE, está a ser feito. Estes líderes políticos, tal como Paulo Portas e Jerónimo de Sousa, sabem muito bem, que nem Sócrates nem o governo tiveram qualquer influência no caso TVI.
Eles sabem isto. Mas Salazar dizia: "O que parece, é"!
E eles aprenderam.
- 1984. Eu era, então, administrador da RTP. Um dia a minha secretária disse-me que uma das apresentadoras tinha urgência em falar comigo: - "Venho pedir-lhe se me deixa ir para a informação, quero ser jornalista"! Perguntei-lhe se tinha algum curso de jornalismo. Não tinha. Perguntei-lhe se, ao menos, tinha alguma experiência jornalística, num jornal, numa rádio... Não tinha. "O que eu quero é ser jornalista"! Percebi que estava perante uma pessoa tão determinada quanto ignorante. E disse-lhe: "Vá falar com o director de informação; se ele a aceitar, eu passo-lhe a guia de marcha e deixo-a ir". A magricelas conseguiu. Dias depois, na primeira entrevista que fez - no caso, ao presidente do Sporting, João Rocha - a peixeirada foi tão grande que ficou de castigo e sem microfone uma data de tempo.

P.S. - A jovem apresentadora chamava-se Manuela Moura Guedes.
E se eu soubesse o que sei hoje... »
P.S.2 - Até que enfim que alguém põe o dedo na ferida!
Só para lembrar que, para além de outras competências, o José Niza também é psiquiatra. :D
Dá que pensar né?! (recebido por e-mail - Thx Zé!)

Cai chuva do céu cinzento

Cai chuva do céu cinzento
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer.

Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.

Porque verdadeiramente
Não sei se estou triste ou não.
E a chuva cai levemente
(Porque Verlaine consente)
Dentro do meu coração.


Fernando Pessoa

quinta-feira, setembro 17, 2009

Reliquia (des)conhecida

As coisas que eu descubro!!!!!!!!!! (e por mero acaso :)
Lembro-me desta música, ainda consigo cantá-la de cor e salteado (incrível), mas tinha-me esquecido completamente do nome do artista (nome estranho, o do "raio", do quebequiano lol)


Estupidez natural ...

Perdeste uma boa oportunidade de ficar calada! Mais valia...

Song of the day

Palavras para quê?!...





P.S. Très belle chanson d'amour! Jolie declaration!

quarta-feira, setembro 16, 2009

Chocamargo

Quer-me parecer que, mais logo, me vou atracar a um belo pedaço de chocolate amargo! Estou mesmo a precisar de debicar algo, pecar muito e elevar as flavonóides ...

Esquisitóide

Há palavras que gostamos de ouvir, que nos caiem bem, outras nem tanto e algumas que nos causam um verdadeiro "horror", há uma palavra, ou melhor uma expressão, que é comumamente usada e que não tem nada de mal, bem pelo contrário, mas quando a oiço sinto uma enorme repulsa interior, talvez porque a associe a uma certa pessoa e/ou a determinado momento da minha vida, que prefiro nem lembrar.
Há palavras que utilizamos mais porque nos saiem fluente e espontaneamente, mas também nestas se revela a minha veia esquisitóide! Há uma determinada palavra que não digo há séculos, por mais que tente não flui, só de pensar nela dá-me um inexplicável desconforto nervoso, mas tenho outras ... a somar à lista... - palavras interditas ou censuradas pela minha boca e ouvidos.

Algo me diz...

"Cuidado com quem fixa os olhos no sol e não espirra!"

Atenção redobrada em quem confias! E... estou em alerta amarelo... algo me diz que ...devo confiar nos meus instintos, pois raramente me enganam e quando sinto estas picadinhas epidérmicas.... algo me diz que devo ...


terça-feira, setembro 15, 2009

... selei a 125 azul

Do You remember?

Uma excelente selecção de baladas românticas dos anos 80... Do You remember?

Sonho


Tive um sonho bonito. Nele sorrias e eu derretia-me como um gelado ao sol num dia de verão. Falavas e eu alimentava-me das tuas palavras. Bebia-te os olhos, sorvia-te a voz e ao teu lado eu sentia-me capaz de tudo.
Quando, por momentos numa nuvem passageira, te senti triste, sofri contigo mesmo sem saber bem porquê, mas ficaste novamente alegre e senti-me contente, mesmo que não tenha tido uma razão para isso, e porque não...
Tive a, perfeita, sensação de que te seguiria para qualquer lado que fosses. Que até saltaria de um avião (e se tenho medo das alturas e das altitudes...) e que aterraria num campo de silvas!
... Acordei ... sem abrir os olhos, repousei a cabeça na almofada e .... idilicamente continuei a sonhar ....

segunda-feira, setembro 14, 2009

Divagações

Todos nós temos objectivos (temos que ter!), sonhos e nunca nos podemos esquecer de que todos eles estão ao nosso alcance, por mais impossível que possam parecer no momento. Os milagres (que tanto gostamos de acreditar), podem acontecer, desde que nos esforcemos e façamos a nossa parte. Assim, há que começar pelo começo, prosseguir na ordem certa, passo a passo, sem desistir, mesmo se por vezes é necessário fazer uma paragem para avaliar os últimos acontecimentos e perceber se o plano que estamos a seguir é o que (realmente) queremos!


"Às vezes, ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido".”
(Fernando Pessoa)

domingo, setembro 13, 2009

Quebra-texto

Um blogue pode servir para muitas coisas, como válvula de escape, grito de libertação, asas para voar, hobbie, etc... e também para escrever "tolices". Hoje deu-me para isso, escrever um texto só com as iniciais de cada palavra, sem intervalo ... e...
Talvez não faça sentido nenhum para quem vai ler, mas para mim faz todo... por isso, por favor se se rirem façam-no com contenção, porque o assunto é muito sério!

Hvfudpda, nvdaq, maps. Pfssrf-ncc.
Atdqpts, aed. D-mapeteaasc. Sqnsp, mqoé?
Séqqsemdcugas.
Sqqmfemadtp.
Sqqeatlmscdt.
Qtvtscmsspqtvas-mcmqntrpi. Ptvpof, seEoaL.
Ptsduaveancds.
Q-taarots, pomét.Ppe, fdc, maréncddpet. Etocqpepnmq, tedsma. Oeanpaf, peépaesa. Pte, sumo ua, pnaoqmháép, eet. Ea-tdfdmc, epnmq, nma, meesinvdod.
Pta, bcea.

sexta-feira, setembro 11, 2009

Hidden Words


O Irnia Pittiarniup! Humunngauniaqqa piqpagiyuq kihimi nunaanut piqpagiyani? talvalu kina qiniqti nalvaaqtuq unaguirnirmik ahianit uummataata piumayaanik? Ilumuuqtumut piqpagiyumut katinniq inuuhiuyuq, avitirnirlu tuqunnaqtuq. Hatqaa akhuuqtailijutaittuq uummataalu inuuhirluktuq. Amigaitpiaqtut inuuhiit ipiralaaqtait amigarhurluni igluanut piqpagiyani.
P.S. Quem quiser que traduza...

Naturalmente, não sei...

Eu não sei o que pensas …
Eu não sei o que sentes …
Eu não sei o que sonhas …
Eu não sei para onde vais …
Naturalmente, eu não sei …
Mas …

“Todo o conhecimento humano é incerto, inexacto e parcial”
Bertrand Russel

Have faith that everything will be okay…

quinta-feira, setembro 10, 2009

Viciada ...

Confesso.... Ando completamente viciada por esta excelente série - TRUE BLOOD (e pelo estranho e fulgoroso-fogoso amor de Sookie e do vampiro Bill). E o genérico então.... ADORO! Música e imagens! (e hoje, finalmente, encontrei o "Bad Things"). :P






P.S.: Ow, ooh.

« I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you »

LOL